Do BLOG DO ELIELSON
charlesnasci@yahoo.com.br
A eleição para o Governo de Pernambuco ganhou um novo protagonista: o jurídico. Antes mesmo de a propaganda eleitoral gratuita começar, Raquel Lyra e João Campos já travam uma verdadeira guerra jurídica, com movimentos que ultrapassam o debate político e chegam com frequência aos tribunais.
O primeiro grande embate aconteceu em torno do tempo de televisão. A disputa pela permanência do PSDB/Cidadania na coligação de Raquel virou uma novela, com ações, recursos e decisões sucessivas no TRE-PE. Ontem, o pleno manteve a federação na coligação governista, garantindo à governadora o tempo que estava sob questionamento. Uma batalha de segundos na televisão que mostra o tamanho da importância de cada espaço numa eleição tão competitiva. A Frente Popular deverá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral.
As pesquisas também entraram no campo jurídico. Levantamentos eleitorais passaram a ser questionados, contestados e alvo de tentativas de suspensão. É natural que campanhas fiscalizem registros e metodologias, mas chama atenção como os números das pesquisas passaram a ser tratados com peso dobrados nessa eleição. Quando o resultado agrada, vira argumento político; quando incomoda, termina na Justiça.
Agora, a guerra chega com ainda mais força à narrativa do chamado "gabinete do ódio". João acusa adversários de promoverem ataques coordenados contra ele, seus aliados e familiares. Raquel nega qualquer participação e sustenta que também é vítima de uma estrutura organizada de ataques, afirmando que sua campanha já levou casos à Justiça. Sondando para o setor jurídico assumir um protagonismo que a cada campanha vem ganhando mais espaço.
charlesnasci@yahoo.com.br
A eleição para o Governo de Pernambuco ganhou um novo protagonista: o jurídico. Antes mesmo de a propaganda eleitoral gratuita começar, Raquel Lyra e João Campos já travam uma verdadeira guerra jurídica, com movimentos que ultrapassam o debate político e chegam com frequência aos tribunais.
O primeiro grande embate aconteceu em torno do tempo de televisão. A disputa pela permanência do PSDB/Cidadania na coligação de Raquel virou uma novela, com ações, recursos e decisões sucessivas no TRE-PE. Ontem, o pleno manteve a federação na coligação governista, garantindo à governadora o tempo que estava sob questionamento. Uma batalha de segundos na televisão que mostra o tamanho da importância de cada espaço numa eleição tão competitiva. A Frente Popular deverá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral.
As pesquisas também entraram no campo jurídico. Levantamentos eleitorais passaram a ser questionados, contestados e alvo de tentativas de suspensão. É natural que campanhas fiscalizem registros e metodologias, mas chama atenção como os números das pesquisas passaram a ser tratados com peso dobrados nessa eleição. Quando o resultado agrada, vira argumento político; quando incomoda, termina na Justiça.
Agora, a guerra chega com ainda mais força à narrativa do chamado "gabinete do ódio". João acusa adversários de promoverem ataques coordenados contra ele, seus aliados e familiares. Raquel nega qualquer participação e sustenta que também é vítima de uma estrutura organizada de ataques, afirmando que sua campanha já levou casos à Justiça. Sondando para o setor jurídico assumir um protagonismo que a cada campanha vem ganhando mais espaço.
