Do BLOG CENÁRIO - Victória Oliveira
charlesnasci@yahoo.com.br
Visivelmente pressionado pelo atual cenário, durante agenda realizada ontem (12), no Recife, o prefeito João Campos (PSB) voltou a ser questionado sobre os movimentos políticos que cercam a formação da sua chapa.
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Visivelmente pressionado pelo atual cenário, durante agenda realizada ontem (12), no Recife, o prefeito João Campos (PSB) voltou a ser questionado sobre os movimentos políticos que cercam a formação da sua chapa.
Nesta semana, o tema voltou a jogá-lo para um verdadeiro fogo cruzado, após as especulações de que já teria definido os dois nomes que o acompanhariam na disputa ao Senado: Humberto Costa (PT) e Eduardo da Fonte (PP). De imediato vieram as reações de outros postulantes e partidos interessados na composição, evidenciando o grau de sensibilidade política que envolve a montagem da sua chapa.
Ao comentar a construção do cenário nacional, na condição de presidente do PSB, afirmou que tudo está "em processo de construção", sinalizando que o mesmo raciocínio se aplica a Pernambuco. E, em resposta direta ao presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que declarou que o partido e Marília Arraes não teriam mais espaço na chapa, João afastou a ideia de que a definição dos nomes ocorrerá de maneira isolada.
Mesmo diante das pressões, o socialista insiste em adotar cautela para não ser traído pelo chamado "paradoxo da escolha", em que, quanto mais opções estão à mesa, maior tende a ser a insatisfação dos envolvidos com o resultado.
No tabuleiro estadual, onde a governadora Raquel Lyra (PSD) mede forças milimetricamente com o prefeito do Recife, qualquer movimento precipitado pode provocar fissuras na própria base. Uma definição mal calibrada poderá gerar desgastes irreversíveis para o projeto de João e, por consequência, acabar fortalecendo indiretamente o campo político da chefe do Executivo estadual.
Ao comentar a construção do cenário nacional, na condição de presidente do PSB, afirmou que tudo está "em processo de construção", sinalizando que o mesmo raciocínio se aplica a Pernambuco. E, em resposta direta ao presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que declarou que o partido e Marília Arraes não teriam mais espaço na chapa, João afastou a ideia de que a definição dos nomes ocorrerá de maneira isolada.
Mesmo diante das pressões, o socialista insiste em adotar cautela para não ser traído pelo chamado "paradoxo da escolha", em que, quanto mais opções estão à mesa, maior tende a ser a insatisfação dos envolvidos com o resultado.
No tabuleiro estadual, onde a governadora Raquel Lyra (PSD) mede forças milimetricamente com o prefeito do Recife, qualquer movimento precipitado pode provocar fissuras na própria base. Uma definição mal calibrada poderá gerar desgastes irreversíveis para o projeto de João e, por consequência, acabar fortalecendo indiretamente o campo político da chefe do Executivo estadual.






