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sábado, 12 de setembro de 2026

Casas de 'previsão' já apostam na vitória de Flávio Bolsonaro

Do DIÁRIO DO PODER - Cláudio Humberto
charlesnasci@yahoo.com.br

As principais plataformas mundiais de "previsão" e apostas já vislumbram vitória de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial. A pouco mais de 20 dias do primeiro turno no Brasil, Polymarket, Kalshi e Robinhood registraram virada na disputa e apontam chances maiores de vitória do principal candidato de oposição sobre o atual presidente Lula (PT) do que de reeleição do petista, que liderava nas casas de apostas desde maio. O acesso a essas plataformas é proibido no Brasil desde abril.

MENOS DE UM MÊS

Na Polymarket, Lula chegou a registrar 67% de chance de vitória a menos de um mês, em 16 de agosto. Derreteu para 45% anteontem (10).

QUADRO SEMELHANTE

Na Kalshi, que tem brasileira entre os executivos, Lula chegou a 67,5% de chance há um mês, quando Flávio tinha 26%. Virou para 55% a 44%.

PREDITIVO

Na Robinhood Markets as chances de Flávio dispararam 30 pontos entre agosto e setembro; foi de 24% para 55% de chance de vitória.

Centrão recalibra apostas e passa a ver Flávio como favorito na eleição

Do METRÓPOLES - Igor Gadelha
charlesnasci@yahoo.com.br

Caciques de partidos do Centrão recalibraram suas apostas e passaram a apontar, nos bastidores, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como novo favorito da disputa ao Palácio do Planalto de 2026. Se até agosto viam o presidente Lula como franco favorito à reeleição, agora lideranças de PP, União Brasil e Republicanos — principais siglas do Centrão — apostam que Flávio vencerá a disputa.

Sob reserva, caciques desses partidos avaliam que o ponto de virada foi a crise que atingiu o STF, após mensagens exporem a relação nada ortodoxa entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Integrantes do Centrão compartilham a leitura de que a imagem de Moraes está muito atrelada à de Lula, o que faz com que a crise envolvendo o ministro respingue no presidente, trazendo prejuízos eleitorais.

Para lideranças do bloco ouvidas pela coluna, somente um "fato novo" (leia-se uma denúncia grave) contra Flávio teria capacidade de mudar o cenário de favoritismo do senador na eleição presidencial. A nova aposta do Centrão coincide com a melhora de Flávio nas pesquisas. Na Quaest divulgada na segunda-feira (7/9), o senador apareceu numericamente empatado com Lula no segundo turno, com 41% cada.

Apesar de terem recalibrado suas apostas, caciques de PP, União Brasil e Republicanos seguem defendendo a decisão de ficarem oficialmente neutros na eleição presidencial deste ano. O argumento é de que a neutralidade ajudará a eleger bancadas robustas desses partidos na Câmara e no Senado, o que obrigará qualquer presidente eleito a negociar com essas legendas para ter governabilidade.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Memória seletiva de João Campos: Paulo Câmara fez, agora ele questiona Raquel Lyra

Do BLOG DE NOÉLIA BRITO
charlesnasci@yahoo.com.br

Há uma pergunta que merece ser feita no debate político de Pernambuco: se a opção pela remuneração do cargo efetivo era aceita quando Paulo Câmara governava o Estado, por que agora virou alvo de questionamento quando envolve Raquel Lyra?

Em fevereiro de 2015, o Diario de Pernambuco registrou que Paulo Câmara, então governador e auditor do TCE-PE, optou por receber a remuneração de auditor das contas públicas, abrindo mão da remuneração correspondente ao cargo de governador. Paulo governou Pernambuco por oito anos nessa condição.

E há um detalhe que torna a história ainda mais curiosa: João Campos conhecia essa realidade por dentro. Em 2016, João, então com 22 anos, foi nomeado chefe de gabinete de Paulo Câmara e passou a integrar diretamente o governo estadual. Hoje, como adversário político de Raquel Lyra, João questiona a situação remuneratória da governadora, que também possui vínculo efetivo com o Estado.

Questionar é legítimo. Pedir transparência e explicações também. Mas a pergunta permanece: por que aquilo que foi praticado no governo do qual João Campos fez parte agora é apresentado como problema quando envolve sua adversária?

João Campos acusa a adversária de receber remuneração acima do teto, de forma inconstitucional, mas não mostrou qualquer decisão seja do TCE, seja do STF que corrobore suas acusações. Por que só agora na campanha ele resolveu fazer tal questionamento? Em política, coerência também é patrimônio público.

Indecisos mantêm eleição do Senado em Pernambuco em aberto

Do BLOG DO ELIELSON
charlesnasci@yahoo.com.br

A disputa pelo Senado em Pernambuco segue completamente aberta. A nova pesquisa Quaest mostra que o número de eleitores indecisos subiu um ponto percentual e chegou a 27%, 10 pontos a mais do índice alcançado por Marília Arraes, primeira colocada no levantamento.

Esse contingente tem força para alterar posições e redesenhar o cenário eleitoral. Com duas vagas em disputa e os principais candidatos separados por poucos pontos, qualquer movimento mais consistente pode modificar a configuração da corrida.

A grande missão das campanhas, a partir de agora, será conquistar esse eleitor que ainda não definiu seus votos. Mais do que disputar espaço entre si, os candidatos terão de encontrar uma mensagem capaz de romper a indecisão que mantém a eleição pernambucana em aberto.

Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro tem 46,4%, e Lula, 46,2% no 2º turno

Do SBT NEWS
charlesnasci@yahoo.com.br

Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada ontem, quinta-feira (10 de setembro), mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 46,4% das intenções de voto, contra 46,2% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em um eventual segundo turno das eleições à Presidência. No último levantamento, apresentado no fim de agosto, Lula pontuou 47,1% em um confronto direto contra Flávio, que marcava 42,9%. À época, 10,3% dos eleitores declararam voto nulo, branco ou indecisão.

Apesar da aproximação apontada, o atual presidente continua liderando as intenções para o primeiro turno, com 43%. Na sequência aparecem: Flávio, com 3,4%; Augusto Cury (Avante), com 6,6%; Renan Santos (Missão), com 6,5%; e Zema (Novo), com 2,1%. O restante dos candidatos não atingiram os 2 pontos.

Leia abaixo a simulação completa do 1° turno:

Lula (PT): 43%
Flávio Bolsonaro (PL): 37,4%
Escritor Augusto Cury (Avante): 6,6%
Renan Santos (Missão): 6,5%
Zema (Novo): 2,1%
Ronaldo Caiado (PSD): 1,1%
Samara (UP): 1%
Pablo Marçal (PRTB - inelegível): 1%
Clariana Barão (DC): 0,3%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
Veterinário Wilson Grassi: 0%
Voto branco / nulo: 0,6%
Não sei: 0,4%

A pesquisa também testou 5 cenários diferentes de segundo turno com Lula, que lidera as intenções no primeiro. Segundo a Atlas, o petista perderia ou empataria contra três de seus adversários. Leia abaixo:

Cenário 1
Lula (PT): 46,2%
Flávio Bolsonaro (PL): 46,3%
Branco / nulo / não sei: 7,4%

Cenário 2
Lula (PT): 46%
Romeu Zema (Novo): 46,2%
Branco / nulo / não sei: 7,7%

Cenário 3
Lula (PT): 45,7%
Ronaldo Caiado (PSD): 45,7%
Branco / nulo / não sei: 8,6%

Cenário 4
Lula (PT): 43,8%
Augusto Cury (Avante): 41,1%
Branco / nulo / não sei: 15,2%

Cenário 5
Lula (PT): 46%
Renan Santos (Missão): 33,8%
Branco / nulo / não sei: 20,2%

A Atlas entrevistou 5.000 eleitores de 4 e 9 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório. O levantamento tem margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é BR-01452/2026.

Surubim, meu lugar no mundo

Hoje, minha Cidade Mãe completa 98 anos, já caminhando rumo ao seu centenário.

Terra onde nasci, cresci e sigo vivendo meus dias. Tenho por Surubim um amor difícil de explicar. Seu hino sempre me arrebata e emociona, talvez porque nele também exista um pedaço de tudo o que sou.

Que orgulho ser filho da terra de Chacrinha, Capiba e Zé Nivaldo.

Viva Surubim! Minha terra, meu lugar no mundo.

Charles Nascimento,
Administrador do Blog MAIS CASINHAS

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Atleta de Casinhas, Valmir Antônio vence duas corridas em um único dia em Orobó e Taquaritinga

Aos 33, o casinhense Valmir Antônio mostra força
e vence duas corridas no mesmo dia
Da REDAÇÃO
charlesnasci@yahoo.com.br

Aos 33 anos, o atleta Valmir Antônio, natural de Casinhas, mostrou no último domingo (6 de setembro) por que é considerado um dos grandes nomes das corridas de rua do Agreste pernambucano. Em um feito extraordinário, o corredor disputou duas provas no mesmo dia, em cidades diferentes, e terminou a jornada com duas vitórias.

Pela manhã, Valmir foi o grande vencedor da Corrida da Emancipação de Orobó 2026, prova de 6 quilômetros em uma manhã de tempo fechado e com muita chuva que abriu a programação comemorativa pelos 98 anos de emancipação política do município. A competição teve largada no pórtico de entrada de Orobó e colocou o atleta de Casinhas novamente no lugar mais alto do pódio.

Veja no vídeo:
Mas o desafio estava apenas começando. Horas depois, já no período da tarde, Valmir encarou a 2ª Edição da Corrida do Café, em Taquaritinga do Norte. O percurso de 10 quilômetros foi considerado bastante difícil e com muitas ladeiras. Mesmo depois de já ter disputado uma prova pela manhã, o atleta completou o trajeto em impressionantes 36 minutos, garantindo o primeiro lugar na categoria de premiação para visitantes.

A corrida em Taquaritinga do Norte contou com um percurso desafiador, cercado pelas paisagens das serras do município e marcado pelo clima agradável da região. Para qualquer corredor, encarar 10 KM nesse tipo de terreno já representa um teste de resistência. Para Valmir, foi a segunda prova do mesmo dia, o que torna o resultado ainda mais expressivo.

Veja no vídeo:
O desempenho reforça a fama de Valmir como uma verdadeira máquina de corrida. Em vez de dosar esforços para uma única competição, o atleta encarou duas provas de diferentes distâncias no mesmo domingo, somando 16 quilômetros de competição e deixando sua marca nos dois pódios. Além dos resultados, Valmir faz questão de levar o nome de Casinhas por onde passa. Em suas competições, costuma carregar a bandeira do município e agradecer a Jesus, colocando a fé como parte importante de sua trajetória esportiva.

A dupla conquista em Orobó e Taquaritinga do Norte amplia uma coleção de resultados que vem transformando Valmir em uma das referências das corridas de rua no interior de Pernambuco. O atleta segue literalmente com o pé no acelerador, levando resistência, velocidade e o nome de Casinhas pelas estradas do Estado.

Raquel chega a 52,4% e deve vencer em Pernambuco no primeiro turno

Do CONEXÃO POLÍTICA BRASIL
charlesnasci@yahoo.com.br

Raquel Lyra (PSD) venceria a eleição para o Governo de Pernambuco já no primeiro turno se o resultado central da nova pesquisa Quaest se repetisse nas urnas. Considerando apenas os votos válidos, a governadora chega a 52,4%. Na pesquisa estimulada, Raquel aparece com 43% das intenções de voto, contra 37% de João Campos (PSB). Ivan Moraes (PSOL) e Renan Hallais (Missão) registram 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram.

Ao retirar indecisos, brancos, nulos e eleitores que dizem não votar, como ocorre na apuração oficial das eleições, Raquel alcança 52,4% dos votos válidos. João fica com aproximadamente 45%, enquanto os demais candidatos dividem o restante.

O resultado central coloca Raquel acima dos 50% necessários para vencer sem segundo turno. Ao analisar os números, o CEO da Quaest, Felipe Nunes, afirmou que, ''neste momento, Raquel Lyra venceria a eleição no primeiro turno''.

A Quaest ouviu 1.302 eleitores de Pernambuco entre os dias 4 e 7 de setembro. O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Quaest sugere que propaganda eleitoral e gabinete do ódio não afetaram cenário em PE

Do BLOG RICARDO ANTUNES
charlesnasci@yahoo.com.br

Doze dias após o início da propaganda eleitoral, o quadro em Pernambuco foi pouco afetado. É o que atesta a pesquisa da Quaest/TV Globo, divulgada hoje. Com exatos cinco dias de propaganda gratuita para governador na televisão e no rádio, o cenário é o mesmo de 27 de julho. Só que agora estamos a menos de quatro semanas para o primeiro turno das eleições.

No final de julho, a Quaest mostrou a governadora Raquel Lyra (PSD) com 43% e o ex-prefeito João Campos (PSB) aparecia com 37%. Em 25 de agosto, a variação foi para 44% a 36%, e agora voltou ao patamar da primeira pesquisa citada.

Ou seja, nem a propaganda eleitoral nem a polêmica envolvendo o gabinete do ódio modificaram o cenário no estado, que foi considerado de estabilidade por Felipe Nunes, CEO da Quaest.

Resta apenas a figura dos debates. Há um agendado para sexta-feira (11), na TV Nova, mas ainda sob ameaças, já que a emissora erroneamente não convidou o candidato Ivan Moraes (PSOL), o que seria obrigatório, já que o partido dele possui representação no Congresso Nacional. Na última semana de campanha, estão agendados debates na TV Globo Nordeste e TV Jornal.

Virada de Flávio Bolsonaro em pesquisa acende o alerta na campanha de Lula

Da VEJA
charlesnasci@yahoo.com.br

A distância que separava Lula de Flávio Bolsonaro na pesquisa BTG/Nexus foi sendo reduzida desde junho até chegar a uma virada numérica do senador. Para o cientista político Elias Tavares, em participação no programa Ponto de Vista, o movimento amplia o sinal de alerta para o presidente. "A gente teve em junho uma distância de seis pontos e ela foi comprimindo, comprimindo, comprimindo", afirmou

Apresentadora do programa, Laísa Dall'Agnol destacou que a nova rodada do levantamento coloca Flávio numericamente à frente de Lula no cenário de segundo turno. Ao analisar o resultado, Tavares chamou atenção menos para a vantagem registrada isoladamente e mais para a trajetória dos dois candidatos ao longo dos últimos meses.

O QUE MUDOU DESDE JUNHO?

Tavares afirmou que a vantagem de seis pontos registrada em junho foi diminuindo sucessivamente até chegar ao atual cenário. Embora tenha classificado a vantagem atual de Flávio como "muito pequena", o especialista ressaltou que a série histórica revela um movimento favorável ao candidato. "A gente tem esse leve crescimento, esse achatamento em favor do Flávio", afirmou.

Na avaliação dele, a trajetória importa justamente porque mostra que não se trata apenas de uma fotografia isolada. Para a campanha de Flávio, o resultado representa uma mudança de patamar. Para Lula, aumenta a necessidade de atenção ao comportamento do eleitorado na reta final.

POR QUE A ELEIÇÃO PODE SER DECIDIDA POR UM PEQUENO ERRO?

Com a redução da distância entre os dois candidatos, Tavares avalia que movimentos aparentemente pequenos podem assumir peso decisivo na reta final. "É uma eleição que de fato será decidida no detalhe, seja um acerto, ou seja, um pequeno erro", afirmou.

O cientista político acrescentou que as questões envolvendo o STF também podem começar a se misturar ao processo eleitoral. Sem cravar qual será o impacto desse novo componente, Tavares concentrou sua análise na tendência revelada pela sequência de pesquisas: a vantagem que Lula tinha em junho desapareceu, e Flávio chegou ao estágio de aparecer numericamente à frente.

domingo, 6 de setembro de 2026

Lane Única deixa grupo governista em Limoeiro e anuncia apoio a Fagner Russo e Juliana de Chaparral

Da REDAÇÃO
charlesnasci@yahoo.com.br

A suplente de vereadora Lane Única, do PSDB, anunciou apoio às candidaturas de Fagner Russo (PSB), para deputado estadual, e Juliana de Chaparral (União Brasil), para deputada federal. A decisão representa uma mudança no cenário político de Limoeiro e a saída de Lane do grupo que integra a atual gestão municipal. As informações são do Blog do Agreste, do jornalista Alfredo Neto.

Lane Única fez parte da gestão do prefeito Orlando Jorge (PODE) e ganhou projeção pela atuação nas redes sociais em defesa do grupo político ao qual estava ligada. Com o novo posicionamento, ela passa a integrar o campo de oposição no município.

Ao anunciar a mudança, Lane publicou uma foto ao lado de Fagner Russo e de Cleber Chaparral, esposo de Juliana. Na legenda, escreveu: "A democracia e a liberdade caminham juntas, pois ambas só existem quando temos voz ativa e poder de decisão sobre seu próprio destino".

Responsável pela articulação da adesão, Fagner Russo comemorou a chegada da nova aliada e indicou que o grupo pode receber novos apoios. "Estou feliz pela adesão de Lane Única. E tem mais gente querendo vir. Vamos seguir trabalhando para ir aumentando o nosso grupo", afirmou o candidato.

sábado, 5 de setembro de 2026

Juliana de Chaparral aparece entre os favoritos para deputado federal em projeção da Revista Total

Da REDAÇÃO
charlesnasci@yahoo.com.br

A candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (União Brasil) aparece entre os 30 nomes apontados como favoritos na disputa pelas 25 cadeiras de Pernambuco na Câmara dos Deputados, segundo projeção divulgada pela Revista Total. O levantamento coloca a ex-prefeita de Casinhas entre as candidaturas que, neste momento, apresentam condições de disputar uma vaga na próxima legislatura.

A projeção foi elaborada pelo estrategista político Marcelo Mesquita, a partir de uma análise do cenário eleitoral nos municípios pernambucanos. Segundo a publicação, o trabalho considera fatores como força das bases, alianças políticas, presença regional e capacidade de ampliação das votações. A Revista Total destaca ainda um histórico de 97% de acertos de Mesquita em projeções para deputado federal.

A lista reúne 30 nomes para 25 vagas, justamente para indicar que a corrida permanece aberta e que existem candidaturas em condições reais de avançar durante a campanha. Entre os nomes relacionados estão políticos com estruturas eleitorais consolidadas, novas lideranças e candidatos que buscam ampliar suas bases para além dos seus redutos tradicionais.
Juliana de Chaparral aparece ao lado de nomes como Anderson Ferreira, Augusto Coutinho, Carlos Veras, Clarissa Tércio, Felipe Carreras, Fernando Filho, Miguel Coelho, Pedro Campos, Ricardo Teobaldo, Silvio Costa Filho e Waldemar Oliveira. A presença da candidata na projeção reforça o espaço que seu nome vem ocupando na disputa proporcional deste ano.

A própria Revista Total ressalta que a relação deve ser encarada como uma fotografia do cenário eleitoral neste momento, e não como uma definição antecipada das 25 cadeiras. Na eleição proporcional, além do desempenho individual dos candidatos, também pesam a composição das chapas, federações, alianças e a distribuição dos votos. A definição, portanto, ficará para as urnas.

OS 30 FAVORITOS, SEGUNDO A REVISTA TOTAL

Anderson Ferreira, Augusto Coutinho, Carlos Veras, Clarissa Tércio, Clodoaldo Magalhães, Coronel Meira, Daniel Coelho, Edilson Tavares, Eduardo Moura, Eliane Soares, Felipe Carreras, Fernando Filho, Fernando Monteiro, Gabriel Porto, Gilson Machado, Guilherme Uchôa, Iza Arruda, Juliana de Chaparral, Lucas Ramos, Lula da Fonte, Marcelo Gouveia, Maurício Rands, Miguel Coelho, Ossesio Silva, Pedro Campos, Ricardo Teobaldo, Rosa Amorim, Silvio Costa Filho, Thiago Medina e Waldemar Oliveira.

Janjão aparece entre os favoritos para deputado estadual em projeção da Revista Total

Da REDAÇÃO
charlesnasci@yahoo.com.br

O ex-prefeito de Bom Jardim, Janjão (PSD), aparece entre os nomes considerados favoritos na disputa por uma das 49 cadeiras da Assembleia Legislativa de Pernambuco nas eleições de 2026. O nome do candidato integra uma lista com 64 concorrentes apontados como competitivos em estudo técnico divulgado pela Revista Total.

A projeção foi elaborada pelo estrategista político Marcelo Mesquita, que analisou a movimentação das forças políticas nos 184 municípios de Pernambuco. O levantamento considera, entre outros aspectos, as bases construídas pelos candidatos, alianças, presença regional e potencial de votação de cada nome. O resultado apresenta um retrato da corrida eleitoral nesta fase da disputa.


A presença de Janjão entre os favoritos ocorre em uma eleição que já começa com um cenário de forte concorrência. São 64 nomes relacionados para 49 vagas, o que significa que, caso a projeção se confirme, pelo menos 15 candidatos ficarão fora da Assembleia. A relação, portanto, também evidencia o nível de disputa por espaço político dentro das chapas e regiões eleitorais.
Conhecido pela atuação política no Agreste, Janjão aparece na lista ao lado de nomes de diferentes regiões e grupos políticos, como Abimael Santos, Álvaro Porto, André Ferreira, Antonio Coelho, Débora Almeida, Diogo Moraes, Eriberto Filho, Fábio Aragão, Gleide Ângelo, Gustavo Gouveia, Jobson Almeida, Lara Santana, Luciano Duque, Marconi Santana, Romero Sales Filho, Sileno Guedes e Sebastião Oliveira.

A Revista Total reforça que a projeção não representa uma previsão definitiva do resultado. A dinâmica das alianças, a entrada de novos apoios, a movimentação dos grupos políticos e a capacidade de cada candidatura transformar estrutura em votos podem alterar o cenário ao longo da campanha. Nesse contexto, a presença de Janjão entre os 64 favoritos coloca o candidato, neste momento, na faixa de nomes considerados competitivos para a disputa por uma cadeira na Alepe.

OS 64 FAVORITOS, SEGUNDO A REVISTA TOTAL

Abimael Santos, Aglailson Victor, Alberto Feitosa, Álvaro Porto, Anderson Correia, Anderson Luiz, André Ferreira, Andréa Medeiros, Antonio Coelho, Antônio Moraes, Breno Araújo, Bruno Marques, Cayo Albino, César Ramos, Claudiano Filho, Cleiton Collins, Dani Portela, Dannilo Godoy, Débora Almeida, Diogo Moraes, Doriel Barros, Eriberto Filho, Fábio Aragão, Fabrizio Ferraz, France Hacker, Francismar Pontes, Gilmar Júnior, Gilson Machado Filho, Gleide Ângelo, Gustavo Gouveia, Henrique Queiroz Filho, Janjão, Jarbas Vasconcelos Filho, Jeferson Timóteo, João de Nadegi, João Paulo, João Paulo Costa, Joãozinho Tenório, Joaquim Lira, Jobson Almeida, Joel da Harpa, Josimara Cavalcanti, Júnior Tércio, Kaio Maniçoba, Lara Santana, Léo do Ar, Luciano Duque, Marconi Santana, Maria Arraes, Nino Enoque, Pastor Adauto, Regina da Saúde, Renato Antunes, Roberta Arraes, Rodrigo Farias, Romerinho Jatobá, Romero Albuquerque, Romero Sales Filho, Sebastião Oliveira, Sileno Guedes, Socorrinho da Apami, Túlio Arruda, William Brigido e Zé de Irmã Têca.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Ligada a TV Record, dos Republicanos, pesquisa do Real Time Big Data aponta empate entre Raquel e João: 43% x 43%

Do BLOG RICARDO ANTUNES
charlesnasci@yahoo.com.br

O Instituto Real Big Data, ligado à TV Record e ao partido Republicanos, manteve o empate numérico entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito João Campos (PSB). Na pesquisa divulgada hoje, ambos aparecem com 43%, mesmo cenário que o levantamento anterior, divulgado em 16 de agosto. Na simulação de segundo turno, novo empate em 44% para cada.

A emissora é ligada ao partido Republicanos que tem o vice, Carlos Costa, na chapa do candidato do PSB. Os números destoam dos cenários apontados por institutos mais isentos, como Datafolha e Quaest, que apontam vantagem para a governadora acima da margem de erro.

O Real Time Big Data foi dos últimos a registrar a virada de Raquel, ocorrida entre maio e junho para os demais institutos. Mesmo assim, desde julho o Big Data só cravou vantagens de um ou dois pontos, que em agosto passaram a ser de empate numérico entre os candidatos.

O instituto realiza diversas pesquisas nacionais e estaduais com foco em São Paulo e Rio de Janeiro para a TV Record. A emissora é ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, um dos braços de apoio do partido Republicanos, que em Pernambuco é comandado por Sílvio Costa Filho, cujo irmão, Carlos Costa, é vice na chapa de João Campos. Toda esta rede política e religiosa é liderada pelo bispo Edir Macedo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Moraes tem de sair do Supremo

Do ESTADÃO
charlesnasci@yahoo.com.br

Alexandre de Moraes não tem mais condições de seguir como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e deveria pedir exoneração do cargo, para o bem da própria Corte. As revelações feitas pelo Estadão de que Moraes ajudou a elaborar o contrato milionário entre o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, desmentem categoricamente que o ministro fosse alheio ao acerto e a todas as suas implicações éticas e legais.

Para começar, participar da elaboração de um contrato é exercício de advocacia, atividade incompatível com a magistratura. Mas as mensagens do celular de Vorcaro tornadas públicas ontem pintam um quadro muito mais grave. O banqueiro, pivô do maior escândalo da história do sistema financeiro nacional, tratava Moraes como alguém a quem podia recorrer para influir no curso de investigações.

"Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei?", perguntou, em referência ao procurador-geral Paulo Gonet e ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. Em outra mensagem: "Se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra. Tenta chamar ele e sensibilizar isso se achar possível". Dois dias antes de ser preso, Vorcaro perguntou: "Acha que segunda já tenho que estar fora?".

Não se sabe o que Moraes respondeu. Pouco importa, porque já não se pode negar o que está diante dos olhos: um investigado por fraudes bilionárias buscava num ministro informação, orientação e intervenção sobre atos da PF e da Procuradoria-Geral da República (PGR), enquanto seu banco pagava somas exorbitantes ao escritório de sua família – contrato que tem as digitais do próprio Moraes.

Há perguntas que só uma investigação responderá. Moraes procurou Gonet? Falou com Andrei? Tentou retardar diligências? Transmitiu informações sigilosas? Dependendo das respostas, podem estar em jogo ilícitos de imensa gravidade, como prevaricação, advocacia administrativa, obstrução de justiça e corrupção passiva. Gonet não pode continuar tratando esse material como "insuficiente", como já o fez no passado, sem cair ele mesmo em suspeição.

Gonet arquivou anteriormente uma representação contra o ministro. Agora surgiram evidências novas, e uma delas envolve o procurador-geral nominalmente: Vorcaro pedia a Moraes que recorresse ao próprio Gonet para conter a investigação. André Mendonça já cobrou esclarecimentos da PGR e avalia os próximos passos. Se isso ainda não basta para abrir uma investigação formal e independente, é difícil saber o que bastaria.

Investigar, porém, resolve apenas parte da crise. As suspeitas recaem justamente sobre o uso do poder que Moraes continua exercendo. O homem que lhe pedia ajuda para alcançar o chefe da PF e o procurador-geral era o dono do banco que despejava dezenas de milhões de reais no escritório de sua mulher. O ministro participou pessoalmente do contrato e agora pode ter de ser investigado pelas mesmas instituições sobre as quais Vorcaro esperava que ele exercesse influência. Essa situação é incompatível com a normalidade institucional.

Moraes tem direito à presunção de inocência, ao devido processo e a todas as garantias legais que tantas vezes negou a outros, mas essas garantias não obrigam o Supremo a carregar, por tempo indefinido, o peso de um ministro cuja permanência compromete a autoridade da própria Corte.

O STF já errou demais no caso Master. Dias Toffoli, que também mantinha negócios com Vorcaro, só deixou a relatoria do caso depois que sua posição se tornou insustentável. Agora a crise atinge Moraes em outro patamar – o mesmo ministro que tantas vezes invocou a defesa do STF e do Estado Democrático de Direito para justificar o exercício de seus poderes. Chegou a hora de demonstrar que seu compromisso com as instituições vale também quando o sacrifício é seu.

Moraes tem de deixar o Supremo. Sua responsabilidade criminal será apurada, mas a responsabilidade institucional já se impõe. Se ele se recusar a retirar esse peso da Corte, sua permanência terá de ser enfrentada por quem a Constituição encarregou de julgar crimes de responsabilidade de ministros do STF: o Senado. Defender o Supremo, agora, significa impedir que a crise de um ministro se torne a crise da instituição.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

A campanha de Pernambuco virou uma guerra jurídica

Do BLOG DO ELIELSON
charlesnasci@yahoo.com.br

A eleição para o Governo de Pernambuco ganhou um novo protagonista: o jurídico. Antes mesmo de a propaganda eleitoral gratuita começar, Raquel Lyra e João Campos já travam uma verdadeira guerra jurídica, com movimentos que ultrapassam o debate político e chegam com frequência aos tribunais.

O primeiro grande embate aconteceu em torno do tempo de televisão. A disputa pela permanência do PSDB/Cidadania na coligação de Raquel virou uma novela, com ações, recursos e decisões sucessivas no TRE-PE. Ontem, o pleno manteve a federação na coligação governista, garantindo à governadora o tempo que estava sob questionamento. Uma batalha de segundos na televisão que mostra o tamanho da importância de cada espaço numa eleição tão competitiva. A Frente Popular deverá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral.

As pesquisas também entraram no campo jurídico. Levantamentos eleitorais passaram a ser questionados, contestados e alvo de tentativas de suspensão. É natural que campanhas fiscalizem registros e metodologias, mas chama atenção como os números das pesquisas passaram a ser tratados com peso dobrados nessa eleição. Quando o resultado agrada, vira argumento político; quando incomoda, termina na Justiça.

Agora, a guerra chega com ainda mais força à narrativa do chamado "gabinete do ódio". João acusa adversários de promoverem ataques coordenados contra ele, seus aliados e familiares. Raquel nega qualquer participação e sustenta que também é vítima de uma estrutura organizada de ataques, afirmando que sua campanha já levou casos à Justiça. Sondando para o setor jurídico assumir um protagonismo que a cada campanha vem ganhando mais espaço.

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Alerta no PSB: João Campos ainda não estancou a queda

Do BLOG DE RICARDO ANTUNES
charlesnasci@yahoo.com.br

A nova pesquisa Quaest ligou mais um alerta no comitê de campanha do PSB. Não apenas porque a diferença entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito João Campos (PSB) subiu de seis para oito pontos, mas porque o socialista não dá sinais de crescimento.

Na mesma data em que o postulante do PSB divulgou que faltam 40 dias para a eleição, em alusão ao número da sigla, ele vem se distanciando dessa faixa na maioria dos institutos e vê a adversária ampliar a vantagem. E se Raquel ainda não "bateu no teto", ou seja, chegou no patamar máximo, João sequer não consolidou um piso (número mínimo).

No Datafolha da última sexta-feira (21), o alerta já havia sido dado, com a diferença subindo para sete pontos acima da margem de erro, assim como a Quaest. E agora, 72% dos eleitores já declararam que não mudarão o voto, o que dificulta ainda mais a ampliação. A governadora abriu 10 pontos em votos válidos no primeiro turno, que é a mesma marca do segundo turno.

Herdeiro de dois ex-governadores de Pernambuco e ex-presidentes nacionais do PSB, seu bisavô Miguel Arraes e seu pai Eduardo Campos, João não tem encontrado soluções para a disputa. E aparentemente segue ouvindo a nova geração, preterindo justamente os mais experientes, que construíram a vitoriosa carreira do PSB em Pernambuco, que venceram cinco das oito eleições para o governo estadual desde 1994.

Beira o absurdo imaginar que o jovem ex-prefeito ache que inventou a roda e conheça mais sobre o eleitorado pernambucano do que seus ancestrais. E que nem a queda nos números encorajem um assessor a sugerir mudar, com medo de levar grito. E números não mentem.

Lula pode evitar vir à Pernambuco, diz jornal O Globo

Do BLOG DO ELIELSON
charlesnasci@yahoo.com.br

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai evitar, na largada da corrida eleitoral, visitar estados em que mais de um candidato disputa o seu apoio, na tentativa de reduzir atritos que possam atrapalhar a campanha à reeleição. A situação ocorre em Pernambuco, na Paraíba e no Maranhão. A campanha tenta se equilibrar entre as pressões dos aliados locais e a estratégia que privilegia o palanque nacional. Em 2022, Lula alcançou 66% dos votos no segundo turno nos dois primeiros estados e chegou a 71% no Maranhão.

Integrantes do grupo mais próximo ao presidente avaliam que uma margem folgada no Nordeste é essencial para os planos, diante da possibilidade de o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, ficar na dianteira em estados populosos como São Paulo e Rio.

Pernambuco tem a disputa mais evidente. Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) defendem o voto em Lula, que apoia Campos enquanto tenta não desagradar Lyra. Em 12 de agosto, o presidente recebeu o ex-prefeito em Brasília e gravou uma participação no programa que ele levará à televisão.

JOÃO CAMPOS PRESSIONA

Outro pedido, no entanto, não foi atendido, ao menos até o momento. Campos levou à cúpula do PT um cronograma de possíveis agendas ao lado de Lula em Pernambuco e ressaltou que o titular do Palácio do Planalto nunca deixa de ir ao estado natal nas campanhas — o petista nasceu em Garanhuns, município de 142 mil habitantes no agreste pernambucano. Campos voltou ao Recife sem uma data confirmada, mas vem insistindo com os dirigentes petistas.

Enquanto isso, Campos usa as redes na tentativa de colar a imagem à do presidente, aparecendo inclusive em uma casa de taipa em Garanhuns e publicando fotos com Lula. "Nunca tive dúvida. O presidente sempre afirmou que apoia a nossa candidatura. Isso é nítido e é um caminho natural, porque o PSB é o principal partido aliado a ele", disse Campos ao deixar a gravação com Lula, em 14 de agosto.

Ao mesmo tempo, Raquel Lyra mantém interlocução com o presidente, é apoiada por aliados dele e tem reforçado o discurso de parceria com o governo federal. Na comparação com o adversário, no entanto, ela nacionaliza menos a disputa. Em entrevista ao GLOBO, ela disse que é "pernambuquista" ao ser perguntada se apoiaria o candidato do PSD, Ronaldo Caiado, e afirmou que recebeu aval do presidente do partido, Gilberto Kassab, de conduzir a campanha com "liberdade".

Interlocutores da governadora afirmam que ela vai reconhecer o empenho de Lula em atender pleitos do estado e buscará mostrar que sempre teve portas abertas em Brasília. Não há na campanha de Lyra expectativa de que Lula declare apoio, mas os aliados apostam em um voto casado que já aparece na campanha em camisas e bandeiras vermelhas, cor do PT, e roxas. A fim de escapar de uma disputa nacional,a governadora tenta destacar o aspecto regional do pleito.

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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Rompidas politicamente, Marília não participa de inauguração do comitê de Maria Arraes

Do BLOG DE RICARDO ANTUNES
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A candidata ao senado na chapa de João Campos, Marília Arraes (PDT), não compareceu à inauguração do comitê de campanha da irmã, Maria Arraes (PSB), realizada na noite desta segunda-feira (24), no bairro do Poço da Panela, no Recife. A ausência confirma o que se sabe desde o ano passado. As duas estão rompidas e, aparentemente, sem a menor chance de reconciliação. O evento reuniu aliados de Maria, entre eles o prefeito do Recife, João Campos (PSB), e o senador Humberto Costa (PT), além de outras lideranças políticas. Durante o ato, a candidata destacou sua trajetória e o trabalho realizado durante o mandato de deputada federal.

O distanciamento entre as irmãs ganhou sinais públicos nos últimos meses, quando Marília deixou de seguir Maria nas redes sociais. Nos bastidores, também surgiram divergências relacionadas à construção das candidaturas e à busca por apoios políticos para as eleições deste ano. Um dos pontos de afastamento foi a ida de Maria para o PSB, partido de João Campos. Além disso, ela também se aproximou de Humberto Costa, outro antigo adversário político de Marília. Enquanto a deputada passou a integrar o PSB, Marília seguiu outro caminho partidário e atualmente está no PDT.

E segue com sua fama de desagregadora, que carrega há muito tempo na família Campos/Arraes. Antes de Maria, ela teve brigas homéricas com o próprio primo, o ex-governador Eduardo Campos (PSB), e com o ex-prefeito João Campos, com quem teve uma disputa acirrada pela Prefeitura do Recife em 2020. Na época, ela chegou a disparar críticas ácidas contra o primo de segundo grau, dizendo que "Prefeitura não é pirulito para estar dando de presente para um menino".

O conflito entre os dois remonta a 2014, quando Marília cumpria seu segundo mandato na Câmara de Vereadores do Recife e buscava ampliar seu espaço dentro do PSB para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. A intenção de concorrer a uma vaga em Brasília, porém, esbarrou nos planos de Eduardo Campos, que já articulava o futuro político do filho, João Campos. Naquele período, Eduardo colocou João no comando da Juventude Socialista, até então liderada por Marília. O movimento acirrou as divergências entre os primos e contribuiu para o posterior rompimento de Marília com o PSB e sua migração para o PT.

Raquel consolida o apoio de 10 dos 14 prefeitos da RMR

Do BLOG CENÁRIO
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Embora esteja filiado ao Republicanos, partido do advogado Carlos Costa, que é vice na chapa de João Campos (PSB) nestas eleições, o prefeito de Ipojuca, Carlos Santana, consolidou seu apoio ao projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD) na noite desta segunda (24), em um ato na sede do PSD.

Carlos não desembarcou só. Todos os vereadores do município e a deputada estadual Simone Santana (PSB) também chegam para reforçar o palanque de Raquel. Com o 3º maior PIB de Pernambuco, Ipojuca tem um papel importante no cenário econômico do estado e representa mais um importante reforço para a governadora na Região Metropolitana do Recife.

Com o apoio de 10 dos 14 prefeitos da RMR, Raquel Lyra consolida um grande exército de aliados na região, ampliando sua força no maior colégio eleitoral de Pernambuco e fortalecendo seu palanque na disputa contra João Campos (PSB). O movimento evidencia a capacidade de articulação da governadora, que em muitos momentos foi acusada de não fazer política.

Apesar de estarem em campos opostos em Ipojuca, a Raquel uniu, no palanque estadual, os grupos Santana e Sales, que reúnem um prefeito, dois deputados estaduais e treze vereadores. O projeto político liderado pela chefe do Executivo falou mais alto que o local e aproximou, momentaneamente, os dois grupos em torno da candidata à reeleição.