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Augusto Cury é de esquerda ou de direita? É a pergunta que mais se faz desde quando o psiquiatra e best-seller ganhou projeção nacional no debate presidencial de 2026.
Augusto Cury é de esquerda ou de direita? É a pergunta que mais se faz desde quando o psiquiatra e best-seller ganhou projeção nacional no debate presidencial de 2026.
Bastou uma participação na televisão e ele aumentou 20% o número dos seguidores, saltou de 8 para 10 milhões de seguidores e o seu nome passou a explodir nas buscas nas redes.
Por que? Talvez menos por mérito pessoal do excelente comunicador, que trocou o grito pelo argumento, e mais pelo universo do eleitorado cansado da polarização.
E aí a curiosidade passa a ser a velha e obsoleta pergunta: é de esquerda ou direita? Como se tudo precisasse caber nessa camisa de força ideológica.
Um repórter chegou a perguntar se ele não estava em cima do muro: A resposta foi inteligente: "Eu quero é quebrar o muro e construir pontes".
Um repórter chegou a perguntar se ele não estava em cima do muro: A resposta foi inteligente: "Eu quero é quebrar o muro e construir pontes".
Na real, a chance de Cury é pequena, mas sua candidatura já cumpre o papel de ajudar resgatar a lucidez no debate insano da política brasileira.
No meio da loucura dessa radicalização, faz sentido ouvir um psiquiatra…






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