Subscribe:
.
Mostrando postagens com marcador Mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mundo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de março de 2026

LBV compartilha suas boas práticas com a ONU durante a 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação das Mulheres

Da LBV
charlesnasci@yahoo.com.br

De 9 à 19 de março de 2026, a Organização das Nações Unidas (CSW/ONU) realizará, em Nova York/EUA, a 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação das Mulheres, reafirmando seu compromisso com a promoção da justiça social, da igualdade de gênero e da proteção integral dos direitos das mulheres e meninas, especialmente daquelas em situação de vulnerabilidade.

O tema prioritário da CSW70 é "Garantir e fortalecer o acesso à justiça para todas as mulheres e meninas, inclusive por meio de sistemas jurídicos inclusivos e equitativos, eliminando leis, políticas e práticas discriminatórias e enfrentando barreiras estruturais". A sessão também revisita os compromissos assumidos na 65ª CSW, que tratou da participação plena e efetiva das mulheres na vida pública e da eliminação da violência como caminhos para a igualdade de gênero e o empoderamento feminino.
Com status consultivo no Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC/ONU), a Legião da Boa Vontade (LBV) apresenta documento com suas boas práticas e exorta os Estados-Membros da ONU a fortalecerem políticas públicas e sistemas jurídicos inclusivos, fundamentados em valores universais como Solidariedade, compaixão e respeito à dignidade humana. Esses princípios éticos e ecumênicos são essenciais para enfrentar desigualdades estruturais e garantir o acesso efetivo à justiça, à participação social e à proteção de direitos.

No Brasil, a LBV atua há mais de 76 anos, na promoção do desenvolvimento social e humano por meio de Centros Comunitários de Assistência Social, abrigos para pessoas idosas, escolas de educação básica e técnica profissionalizante, além de ações emergenciais e humanitárias, beneficiando milhares de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade. Suas iniciativas contribuem diretamente para a proteção social, o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários e a ampliação de oportunidades, com especial atenção às mulheres e meninas.

Viabilizada majoritariamente por doações espontâneas da sociedade, a atuação da LBV no Brasil contribui para o enfrentamento da pobreza, a redução das desigualdades sociais e a promoção da cidadania. Em seu documento, a LBV apresenta o resultado de suas ações, cuja marca ultrapassou mais de 2,5 milhões de pessoas impactadas em todo o país no ano de 2024, sendo mais de 640 mil famílias acompanhadas pela Instituição, além do imprescindível apoio de mais de 900 voluntários.
A Instituição enfatiza ainda a importância do papel das mulheres, com destaque para as palavras fraternas e ecumênicas do educador Paiva Netto (1941-2025), presidente de honra e consolidador da LBV: "Uma iniciativa já nasce vitoriosa quando tem o apoio e a decisiva atuação das mulheres. Se espiritualmente iluminadas pelo propósito de melhorar as condições de vida dos cidadãos, a partir do justo e fraterno convívio entre eles, nada lhes é impossível".

Ao participar da CSW70, a Legião da Boa Vontade reforça seu compromisso com a Agenda 2030 da ONU e com a construção de uma sociedade mais justa, equitativa e solidária, na qual mulheres e meninas tenham seus direitos plenamente garantidos.

SOBRE A LBV

A Legião da Boa Vontade é uma associação civil de direito privado, beneficente, sem fins econômicos, ecumênica, apolítica e apartidária, com atuação preponderante na Assistência Social, que também oferece Educação Básica e técnica profissionalizante, além de realizar ações humanitárias, culturais e de comunicação social e educativa. Em virtude da ampla abrangência de seus serviços, programas e ações e da excelência no trabalho realizado, a LBV mantém relação consultiva com a Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1994, por intermédio do Departamento de Comunicação Global (DCG) desse organismo internacional e, desde 1999, com o Conselho Econômico e Social (Ecosoc) das Nações Unidas, no qual a Instituição possui status consultivo geral.

O "Brasil" de Wagner Moura: Oscar de melhor escândalo

Da GAZETA DO POVO - Guilherme Fiuza
charlesnasci@yahoo.com.br

Wagner Moura é o Brasil no Oscar. Será? Que Brasil? Em entrevista no talk show de Jimmy Kimmel, o ator agradeceu, em inglês, a Bolsonaro pela realização de "O Agente Secreto". Ele diz que, de 2018 a 2022, o Brasil esteve sob um governo fascista — e isso inspirou a realização do filme. O Brasil de Wagner é outro. O eterno Capitão Nascimento é amigo de Lula. Esse é o Brasil dele. Nesse Brasil, Wagner frequenta o palácio do governo. Vorcaro também já esteve lá algumas vezes. Cada um com seus propósitos.

"O Agente Secreto" teve financiamento de várias fontes, inclusive estrangeiras. Tudo correto, proporcional ao prestígio do protagonista. Uma dessas fontes foi o Fundo Setorial do Cinema Brasileiro, administrado pelo poder público.

Wagner obteve 7,5 milhões de reais
. Ele não vê problema em ser um frequentador do palácio, um amigo do presidente e ser escolhido pelo governo para receber uma verba expressiva como essa. Não há ilegalidade. E, se está normalizado cachê para titular de ministério pago por quem tem interesses no governo, ninguém mais haverá de se constranger com nada. Wagner Moura não se constrange de fazer propaganda política para Lula, tratando-o, perante o mundo, como a salvação da democracia brasileira.

Claro que ele não consegue citar ameaças às liberdades entre 2018 e 2022, quando diz que a liderança fascista tomou conta do país. Também não cita as alianças do PT com ditaduras, nem o pedido de Lula para que o presidente da China envie alguém para ajudá-lo a regular as redes no Brasil. Nenhuma palavra sobre o povo massacrado no Irã ou na Venezuela, tiranias sintonizadas com o petismo. Nenhuma palavra também sobre seu próprio filme, que lhe rendeu a indicação ao Oscar — e que, afinal, era o motivo da entrevista. Wagner queria falar de Bolsonaro.

"Ele é anti-gays, anti-mulheres, anti todo mundo", disse Jimmy Kimmel, como se soltasse um panfleto com acusações que lhe deram na telha. O entrevistado aprovou o show de leviandade e completou que Bolsonaro é o Trump brasileiro. Com a diferença de que "o nosso Trump está preso", emendou o ator, morrendo de rir.

O deboche e a zombaria são permitidos em sociedades livres. Já a possibilidade de crítica a regimes como o que hoje governa o Brasil não tem sido algo tão tranquilo e seguro como a pilhéria de Wagner. Qual Brasil irá ao Oscar? Depende de quantos escândalos caibam debaixo do tapete vermelho.

Por que O Agente Secreto não deve ganhar nenhum Oscar, segundo revista

Do METRÓPOLES - Adriana Arcoverde
charlesnasci@yahoo.com.br

Há três dias para a cerimônia do Oscar 2026, a The Hollywood Reporter jogou um banho de água fria na torcida dos fãs de cinema brasileiro. A revista, referência na cobertura de premiação, afirmou no ínicio da semana que O Agente Secreto e Wagner Moura vão terminar a noite sem nenhuma estatueta nas mãos. De acordo com a publicação, a tendência dos votantes da Academia é priorizar as produções norte-americanas.

A afirmação tem como base um levantamento estático realizado pela revista, que reuniu padrões históricos da premiação e consultou 90 integrantes da
Casting Society of America, que votaram na premiação neste ano. Na categoria de Melhor Filme Internacional, por exemplo, o principal critério utilizado foi o número de outras categorias às quais um filme concorre. Segundo a revista, quanto mais indicações técnicas e artísticas, maiores serão as chances de vitória.

Neste contexto, Valor Sentimental, indicado a nove categorias, incluindo Melhor Diretor, tem um favoritismo ainda maior que O Agente Secreto, que concorre a apenas quatro. Já para a aguardada estatueta de Melhor Filme, o divisor de águas seria o número de indicações e prêmios em outras premiações que antecederam o Oscar. Em 56% dos casos analisados, o filme mais nomeado levou a melhor na categoria.

Assim, Uma Batalha Após a Outra é considerado o provável vencedor. Entre os dez concorrentes analisados pela revista, O Agente Secreto encontra-se na berlinda do ranking. As maiores chances de uma vitória do filme dirigido por Kleber Mendonça Filho estariam justamente na inédita indicação de um brasileiro a Melhor Ator. Wagner Moura estaria em terceiro lugar na lista de atores mais bem quistos pelos votantes. Por fim, Adolpho Veloso, indicado a Melhor Fotografia por Sonhos de Trem, aparece em quarto lugar no ranking elaborado pela revista na categoria.

segunda-feira, 2 de março de 2026

Mundo: Trump promete visitar Teerã, Caracas e Havana livres até o fim do mandato

Do DIÁRIO DO PODER
charlesnasci@yahoo.com.br

Grande personagem dos últimos dias no noticiário internacional, o presidente Donald Trump prometeu no domingo (1º de março) que antes do término do seu mandato visitará "Teerã livre, uma Caracas Livre e uma Havana livre", referindo-se à capitais de três países cujas tiranias estão na mira do governo dos Estados Unidos. Em discurso transmitido em suas redes sociais, ele avisou que as ações militares contra a ditadura iraniana irão continuar até que todos os objetivos militares sejam atingidos.

Em transmissão pelas redes sociais, Trump discursou durante cerca de seis minutos, quando prometeu que os três militares norte-americanos serão vingados e recomendou que os militares do Irã, principalmente da Guarda Revolucionária, deponham as armas.

Trump fez um apelo: "Entreguem as suas armas e recebam total imunidade, ou encarem a morte certa".

Mundo: Alemanha, França e Reino Unido cogitam atacar Irã em colaboração com EUA

Da GAZETA DO POVO
charlesnasci@yahoo.com.br

Alemanha, França e Reino Unido afirmaram neste domingo (1º) que poderão adotar medidas para destruir a capacidade do Irã de lançar mísseis e drones, em defesa de seus interesses e dos aliados no Oriente Médio. O bloco, conhecido como E3, também declarou que poderá colaborar com os Estados Unidos, que mantêm ofensiva conjunta com Israel contra a república islâmica.

Em nota conjunta, os três países afirmaram que poderão permitir "ações defensivas necessárias e proporcionadas" para neutralizar, na origem, a capacidade iraniana de lançamento de mísseis e drones. O grupo também confirmou alinhamento com Washington e parceiros regionais sobre o tema. A declaração é assinada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, pelo chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e pelo primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.

Os líderes condenaram os ataques classificados como "indiscriminados e desproporcionais" realizados por Teerã contra diversos países, incluindo nações que não participaram das operações militares iniciais conduzidas por Estados Unidos e Israel. "Os ataques imprudentes do Irã tiveram como alvo nossos aliados próximos e estão ameaçando nosso pessoal militar e civis em toda a região. Instamos o Irã a pôr fim imediatamente a essas ações", afirmaram.

INCIDENTES ATINGEM ALIADOS E BASES EUROPEIAS

A escalada ocorreu após ataques iranianos com drones atingirem o porto de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, alcançando um hangar naval militar francês. Segundo autoridades, houve apenas danos materiais limitados. O Ministério da Defesa britânico informou que, em operação conjunta com o Catar, um caça Typhoon neutralizou um drone iraniano direcionado ao país aliado.

Além de Emirados Árabes Unidos e Catar, as retaliações iranianas também afetaram Bahrein e Kuwait, países que abrigam bases e interesses estratégicos ocidentais. A manifestação do E3 amplia o eixo internacional envolvido na crise e indica que a resposta ao Irã pode ganhar novo nível de coordenação militar entre potências europeias e os Estados Unidos.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Mundo: Ali Khamenei, líder supremo do Irã, é morto em bombardeio, diz Trump

Do G1
charlesnasci@yahoo.com.br

Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu em um bombardeio durante ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel neste sábado (28), segundo o presidente Donald Trump. O aiatolá comandou o país por quase quatro décadas. Em uma rede social, Trump afirmou que Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência e rastreamento dos Estados Unidos, em parceria com Israel. Segundo ele, "não havia nada" que o líder supremo pudesse fazer.

"Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários", escreveu Trump. Até a última atualização desta reportagem, o governo do Irã não havia confirmado a morte. Um porta-voz disse à rede americana ABC News que o aiatolá está "bem e seguro".

O presidente afirmou ainda que os bombardeios contra o Irã vão continuar para alcançar "paz no Oriente Médio e no mundo". Ele disse esperar que integrantes da Guarda Revolucionária e das forças de segurança se unam à população para "devolver grandeza" ao país. "Este é o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país. Estamos ouvindo que muitos integrantes da Guarda Revolucionária (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e polícia já não querem lutar e estão buscando imunidade de nossa parte", afirmou.

Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou haver indícios de que Khamenei estava morto. Segundo ele, forças israelenses destruíram um complexo usado pelo líder supremo.

Continue lendo clicando aqui.

Mundo: Israel afirma ter encontrado corpo de Khamenei após ataque ao Irã

Da GAZETA DO POVO
charlesnasci@yahoo.com.br

Um alto funcionário israelense afirmou à agência Reuters que o corpo do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi encontrado após os ataques lançados por Israel e Estados Unidos contra o país persa. Segundo a fonte, a morte teria ocorrido durante a ofensiva que atingiu o complexo onde o aiatolá despachava.

A informação, no entanto, é contestada por Teerã. A mídia estatal iraniana citou uma fonte próxima ao gabinete de Khamenei afirmando que o líder "está firme e comandando o campo". O governo iraniano não confirmou oficialmente a morte.

Questionado pela NBC News, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse acreditar que a informação sobre a morte é "uma história correta". Segundo ele, a operação tinha como objetivo eliminar uma ameaça de décadas representada pelo programa nuclear iraniano e impedir que o país desenvolvesse armas atômicas.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que há "muitos sinais" de que Khamenei "não está mais vivo" e afirmou que o complexo do líder foi destruído. Ele também disse que comandantes da Guarda Revolucionária e autoridades ligadas ao programa nuclear foram mortos na ação.

CORPO TERIA SIDO LOCALIZADO EM ESCOMBROS, SEGUNDO ISRAELENSE

De acordo com a fonte israelense ouvida pela Reuters, o corpo do líder supremo foi encontrado entre os escombros do complexo atingido. O local teria sido alvo central da ofensiva, considerada a mais ambiciosa contra o Irã em décadas. Até o momento, não há confirmação independente sobre a identificação formal do corpo. A divergência entre as versões de Israel e do Irã mantém o cenário de incerteza.

O Irã classificou os ataques como "não provocados e ilegais" e respondeu com o disparo de mísseis contra Israel e ao menos outros sete países, incluindo estados do Golfo que abrigam bases militares americanas. Há relatos de explosões também em territórios vizinhos.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Wagner Moura, Lula e o amor

Da GAZETA DO POVO - Guilherme Fiuza
charlesnasci@yahoo.com.br

O fantasma da ditadura é a instituição mais lucrativa da cultura nacional. Se já rendeu os melhores prêmios internacionais a "Ainda estou aqui" e agora "O Agente Secreto", não há por que mudar a fórmula. Aguardemos o próximo episódio da série para a temporada 2027.

Há um dado curioso na divulgação dessas obras que se apresentam como defensoras da democracia brasileira. A história é sobre a ditadura militar, mas o protagonista da campanha de lançamento é Lula. Foi assim com o filme estrelado por Fernanda Torres e assim é com o sucessor, estrelado por Wagner Moura. Os artistas e o presidente se falam pelo telefone, confraternizam em visitas palacianas, compartilham publicamente elogios mútuos como guerreiros da democracia e são felizes para sempre.

Tanto na campanha de "Ainda estou aqui", de Walter Salles Jr., como na de "O Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho, uma espécie de túnel do tempo providencial conecta os dramas dos anos 60 e 70 ao cotidiano presente de Lula, o homem do passado cristalino. O presidente atual é saudado por Wagner, Waltinho e cia. como aquele que trouxe a democracia de volta ao Brasil. O cineasta deu a entender que nem seria possível lançar seu filme se Lula não tivesse sido eleito em 2022. Claro que isso é uma falsidade, mas ninguém foi acusar o Waltinho de "desinformação".

Wagner foi mais longe: "A ditadura ainda é uma cicatriz aberta em nossa vida brasileira. Aconteceu há apenas 50 anos. Recentemente, tivemos, de 2018 a 2022, um presidente de extrema-direita/fascista no Brasil, que é uma manifestação física dos ecos da ditadura. Portanto, a ditadura ainda está muito presente no cotidiano brasileiro".

Discurso bonito. Naturalmente, nenhum repórter no tapete vermelho seria desagradável a ponto de pedir ao ator, no meio de uma celebração tão emocionante, que desse exemplos da "manifestação física dos ecos da ditadura" de 2018 a 2022. Tipo: que obra cinematográfica ou literária foi embargada nesse período? Ou que instituição foi perseguida? Que veículo de imprensa foi censurado? Que decisão do parlamento foi afrontada? Qual Brasil era mais livre: aquele ou esse?

O repórter que fizesse uma pergunta dessas era capaz de ser vaiado e expulso do recinto. Para aprender a não estragar contos de fadas perfeitos. Wagner não se constrange com o fato de ter obtido mais de 8 milhões de reais via agência nacional de cinema e ficar fazendo propaganda do presidente por aí. Claro, são recursos legítimos. Mas alguém tem que ser escolhido para receber. E esse alguém é frequentador do palácio. Enfim, cada um com os seus limites.

"Eu acho que precisamos continuar fazendo filmes sobre a ditadura", disse Wagner Moura após conquistar o prêmio de melhor ator no Globo de Ouro. A seguir a fórmula atual, seria continuar fazendo filmes sobre a ditadura e continuar criando a ficção científica de Lula como salvador da democracia brasileira. Naturalmente, não vem ao caso falar do apoio a ditaduras (verdadeiras, não fantasmagóricas), como a da Venezuela e a da China — esta convidada, inclusive, pelo presidente para trazer ao Brasil um modelo de regulação do meio digital.

Deixa isso pra lá, o momento é de festa.

A nota do governo Lula sobre o Irã é deplorável, chega a ser nojenta

Do METRÓPOLES - Mario Sabino
charlesnasci@yahoo.com.br

A nota telegráfica do Itamaraty sobre o horror no Irã é mais uma vergonha proporcionada pelas relações exteriores do governo Lula. É como se houvesse acontecido um acidente fatal por lá, uma avalanche de neve, talvez, sem que ninguém pudesse ser responsabilizado. A nota dedica meia linha a dizer que o Brasil "lamenta as mortes e transmite condolências às famílias afetadas".

"Famílias afetadas" é de uma burocracia raramente alcançável no seu cinismo mesmo por regimes autoritários. Isso é tudo o que o governo Lula tem a dizer sobre milhares de manifestantes terem sido assassinados pelos esbirros de uma teocracia infernal, sanguinária, e naturalmente não há nenhuma palavra sobre a continuação do massacre.

A carnificina é aterradora tanto na contabilidade mínima, como pela máxima. De acordo com a ONG Hrana, 2.403 mortes haviam sido confirmadas até ontem; já segundo a oposição iraniana, o número de mortos é de 12 mil, e contando. Essa nota deplorável do Itamaraty dedica mais espaço a "sublinhar que cabe apenas aos iranianos decidir, de maneira soberana, sobre o futuro de seu país", uma pretensiosa advertência a Donald Trump, com o acréscimo de que "o Brasil insta todos os atores a se engajarem em diálogo pacífico, substantivo e construtivo".

Francamente, chega a ser nojento. Os "atores", no caso, são civis desarmados à mercê do Corpo da Guarda Revolucionária Iraniana, a SS do regime dos aiatolás, historicamente empenhada em diálogos construtivos.

Número de mortos no Irã pode chegar a 12 mil, diz canal iraniano; balanço do governo é divergente

De O TEMPO
charlesnasci@yahoo.com.br

Uma autoridade do governo iraniano afirmou, ontem (13 de janeiro), à agência de notícias Reuters que cerca de 2 mil pessoas morreram, incluindo integrantes das forças de segurança, ao longo de duas semanas de protestos no Irã. Foi a primeira vez que fontes ligadas ao regime dos aiatolás reconheceram publicamente um número elevado de mortes associadas às manifestações, desencadeadas pela crise inflacionária e reprimidas pelas autoridades.

No entanto, organizações independentes e veículos de oposição apontam que o número real de mortos pode ser significativamente maior. A ONG Iran Human Rights, com sede na Noruega, informou na segunda-feira (12.01) que conseguiu verificar ao menos 648 mortes desde o início dos protestos, incluindo nove menores de idade, além de milhares de feridos. A entidade, contudo, alertou que o total de vítimas pode ultrapassar 6 mil.

Já a emissora Iran International, canal de televisão de oposição sediado em Londres, no Reino Unido, estima que o número de mortos na repressão às manifestações populares contra o regime dos aiatolás pode chegar a 12 mil. Em publicação em seu portal, a emissora afirma que o levantamento se baseia em informações de uma fonte próxima ao Conselho Supremo de Segurança Nacional; de duas fontes do gabinete presidencial; de relatos de integrantes da Guarda Revolucionária Islâmica nas cidades de Mashhad, Kermanshah e Isfahan; além de depoimentos de testemunhas oculares, familiares das vítimas, médicos e enfermeiros em diversas regiões do país.

De acordo com a Iran International, "o maior massacre da história contemporânea do Irã ocorreu em grande parte ao longo de duas noites consecutivas, quinta e sexta-feira, 8 e 9 de janeiro".
CORTE DE INTERNET E USO DA STARLINK

Os protestos tiveram início em 28 de dezembro, inicialmente motivados pelo aumento do custo de vida. Com o avanço das manifestações, o movimento passou a incorporar críticas diretas ao regime teocrático que governa o Irã desde a Revolução de 1979. Organizações de direitos humanos alertam para o uso de repressão letal e afirmam que o corte de internet imposto pelas autoridades desde 8 de janeiro tem como objetivo ocultar a dimensão da violência.

Segundo o veículo ativista pró-reformas IranWire, as forças de segurança iranianas têm reprimido o uso da Starlink no país, com batidas em residências e prisões de pessoas que supostamente possuem equipamentos de internet via satélite. A Starlink, pertencente à SpaceX, do bilionário Elon Musk, fornece banda larga móvel por meio de uma rede de satélites em órbita terrestre baixa. Apesar das restrições impostas pelo governo, o serviço ainda estaria funcionando em algumas regiões do Irã.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Venezuela anuncia liberdade para presos políticos neste 8 de janeiro

Movimentos democráticos liberais comemoram que hoje é um grande dia para a Venezuela e para a humanidade
Do BLOG DO MAGNO - Angelo Castello Branco
charlesnasci@yahoo.com.br

Nesta 8 de janeiro de 2026, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou oficialmente a libertação de um "número significativo" de presos políticos venezuelanos e estrangeiros, uma ação que já está em curso e que representa um marco no esforço de pacificação nacional.

Este gesto, descrito pelas autoridades venezuelanas como uma iniciativa para promover a convivência pacífica e reduzir as tensões sociais e políticas no país, ocorre em um momento crucial de transição institucional, após anos de conflitos e críticas constantes sobre detenções por motivos políticos e graves violações de direitos humanos. A medida inclui cidadãos venezuelanos e estrangeiros detidos por razões políticas e é percebida como um passo inicial para restaurar elementos basilares de democracia e respeito às liberdades fundamentais.

Embora os números exatos e os nomes dos libertados ainda não tenham sido divulgados, e parte da opinião pública internacional mantenha cautela quanto às intenções e ao alcance real dessa iniciativa, a libertação de presos políticos constitui um avanço objetivo e pragmático rumo à normalização institucional e ao respeito às normas democráticas. Essa decisão pode concretizar aspirações de reconcilição nacional e abrir espaço para processos de diálogo mais amplos com atores internos e parceiros internacionais.

Além disso, a medida pode contribuir para fortalecer a confiança da comunidade internacional no compromisso venezuelano com a promoção de direitos humanos e na retomada de relações diplomáticas mais estáveis, incluindo com os Estados Unidos e outros países interessados na estabilidade regional
. Em síntese, hoje representa um dia de esperança — um passo concreto em direção à reconstrução da Venezuela como uma nação que valoriza a liberdade, a democracia e o respeito à dignidade humana, oferecendo uma mensagem de renovação não apenas para os venezuelanos, mas também para a comunidade internacional.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Prisão de Maduro dá munição para direita rebater aproximação Lula-Trump

Do METRÓPOLES - Augusto Tenório
charlesnasci@yahoo.com.br

Caciques da direita brasileira avaliam que a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela tira do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um dos seus "trunfos" para a eleição de 2026: a aproximação com o presidente norte-americano, Donald Trump. Além de sequestrar o presidente Nicolás Maduro, Washington promete uma longa estadia em Caracas, o que deve prolongar a crise diplomática com governos de esquerda na América do Sul.

A avaliação é compartilhada pelo entorno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é pré-candidato à Presidência. Segundo aliados do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula não poderá vender na campanha uma "boa relação" com Trump enquanto o condena pela intervenção militar na Venezuela.

No sábado (03.01), logo após os primeiros ataques dos EUA, Lula repreendeu os ataques. "Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional", afirmou o petista.

Líderes da direita também acreditam que a prisão de Maduro permitirá que o governo Trump avance na investigação de ligações internacionais do ditador venezuelano e do antecessor, Hugo Chávez. Uma delação do presidente sequestrado, acreditam, poderia atingir aliados na América Latina. De uma maneira ou de outra, o entorno da pré-campanha de Flávio entende que a Venezuela assumirá papel central na eleição. Caciques já recomendaram o levantamento de documentos, vídeos e fotos que mostrem a proximidade de Lula com Hugo Chávez, fundador do regime em vigor, e seu sucessor.

Continue lendo clicando aqui.

Captura de Maduro materializa nova estratégia de Trump e envia sinal ao Brasil

Da GAZETA DO POVO - Leonardo Desideri
charlesnasci@yahoo.com.br

A captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, anunciada na madrugada deste sábado (3), é um ponto de inflexão na política de segurança americana para a América Latina e envia um sinal ao Brasil sobre um novo cenário na região. A operação indica uma disposição inédita de Washington para empregar força direta na América Latina, algo já antecipado no lançamento da nova Estratégia Nacional de Segurança no fim do ano passado. O documento tem sido apontado como uma reinvenção da Doutrina Monroe, princípio do século 19 que afirma a primazia dos Estados Unidos sobre o hemisfério ocidental.

Maduro foi detido em território venezuelano e levado aos Estados Unidos para responder a acusações de narcoterrorismo. A ação ocorreu após semanas de escalada retórica, sanções e movimentações militares na região do Caribe. Em pronunciamento, Trump disse que a operação abre uma nova fase na relação dos EUA com regimes considerados hostis no continente.

CAPTURA DE MADURO CRIA EQUILÍBRIO DELICADO PARA O GOVERNO LULA

No plano diplomático, a captura de Maduro também obriga o governo brasileiro a lidar com um equilíbrio delicado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já condenou publicamente a ação americana, classificando-a como violação da soberania venezuelana. Nos últimos meses, Lula vinha tentando melhorar o contato com Washington em uma série de conversas diretas com Trump. A operação recoloca a América Latina no centro das prioridades de segurança dos Estados Unidos. A nova Estratégia Nacional de Segurança tem foco explícito em crime organizado transnacional, narcotráfico, imigração ilegal e contenção da influência de potências como Rússia e China.

Nesse contexto, Trump tinha começado a tratar a Venezuela oficialmente como um problema de segurança para os EUA, e não só diplomático. Ele enquadrou o regime de Maduro como uma estrutura associada ao narcotráfico internacional, o que abriu o caminho jurídico para a ação militar. Para Luiz Augusto Módolo, doutor em Direito Internacional pela USP, essa lógica pode alcançar outros países da região, mesmo sem o uso direto de força militar. O ataque à Venezuela é, com isso, um alerta potencial para o governo brasileiro, mesmo que não imediato.

"O Lula, se realmente não fizer concessão aos Estados Unidos de mostrar que está combatendo o narcotráfico, que está preocupado com a situação do continente – se deixar o Brasil também ser instrumentalizado pelos narcoterroristas –, pode ter problemas adiante", afirma. O Brasil tem resistido, por exemplo, a designar grupos como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, diferentemente de países vizinhos como Argentina e Paraguai. Além disso, os governos petistas têm histórico de pouca ênfase no combate direto às grandes facções.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Trump diz que vice da Venezuela pode pagar preço maior que Maduro

Da CNN BRASIL
charlesnasci@yahoo.com.br

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um alerta à vice do regime da Venezuela, Delcy Rodríguez, após a captura de Nicolás Maduro. "Se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o próprio Maduro", disse Trump à revista The Atlantic neste domingo (4).

A Suprema Corte da Venezuela ordenou que Rodríguez assuma os poderes e deveres de presidente interina após a deposição de Maduro pelos EUA. Também neste domingo, os militares venezuelanos criticaram a operação dos EUA e reafirmaram apoio para que Rodríguez comande o país interinamente.

Trump tem enfrentado críticas de sua base de apoiadores mais fiéis devido à intervenção na Venezuela. Assim, durante a entrevista, ele defendeu a "mudança de regime" no país sul-americano. "Sabe, reconstruir e mudar o regime, chame como quiser, é melhor do que a situação atual. Não pode piorar", afirmou.

NOVA AMEAÇA SOBRE A GROENLÂNDIA

Trump também reiterou acreditar que a aquisição da Groenlândia é necessária para a defesa dos Estados Unidos. "Precisamos da Groenlândia, com certeza. Precisamos dela para a defesa", disse. Isso ocorre depois que Katie Miller, aliada de Trump e esposa de Stephen Miller, chefe de gabinete adjunto da Casa Branca para políticas, publicar no X uma imagem do mapa da Groenlândia sobreposta à bandeira americana, escrevendo: "EM BREVE".

Michelle: prisão de Maduro é recado a 'ditadores disfarçados de democratas'

Do DIÁRIO DO PODER - Mael Vale
charlesnasci@yahoo.com.br

A ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, afirmou que a ofensiva dos Estados Unidos à Venezuela representa o "início do fim" do regime autoritário no país vizinho. A investida que resultou na prisão do narcoditador venezuelando Nicolás Maduro, foi classificada por Michelle como "um recado para ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes".

Michelle também prestou solidariedade à população venezuelana e pediu orações para uma "transição pacífica e legitima de poder por meio das mãos do sofrido povo irmão venezuelano".

sábado, 3 de janeiro de 2026

Após captura de Maduro, Trump manda recado para lideranças de Colômbia e Cuba

Da GAZETA DO POVO
charlesnasci@yahoo.com.br

Durante coletiva realizada neste sábado (3) para falar sobre a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o secretário de Estado, Marco Rubio, enviaram um recado claro para as lideranças de Colômbia e Cuba.

Ao ser questionado por jornalistas sobre declarações do presidente colombiano Gustavo Petro sobre a operação em Caracas, o Trump afirmou que o governo colombiano abriga "laboratórios de cocaína" e que a droga produzida no país estaria sendo enviada aos Estados Unidos. "Eles têm fábricas onde produzem cocaína. Estão mandando para os EUA. Então, sim, ele (Petro) tem que ficar esperto", disse o presidente americano.

Por sua vez, Marco Rubio afirmou que a operação contra Maduro representou um golpe direto contra a influência do regime comunista de Cuba na Venezuela. O secretario de Estado disse que, se "estivesse em Havana, estaria preocupado, nem que fosse um pouco".

Rubio citou que a estrutura de segurança venezuelana estava profundamente infiltrada por agentes do regime cubano, incluindo setores responsáveis pela proteção direta de Maduro e órgãos de inteligência do país. "Basicamente, a segurança venezuelana havia sido colonizada por Cuba", disse Rubio, acrescentando que, após a queda de Maduro, a Venezuela deveria "declarar sua independência de Cuba".

Trump também comentou a situação cubana, classificando o regime da ilha como um "caso muito similar" ao da Venezuela. O presidente americano disse que agora pensa em ajudar o povo cubano, que, em sua avaliação, sofre há décadas sob o sistema castrista. Ele afirmou ainda que os Estados Unidos buscam se cercar de "bons vizinhos e estabilidade" na região.

Oposição pede que Edmundo González seja reconhecido presidente da Venezuela

Da CNN BRASIL
charlesnasci@yahoo.com.br

A ativista de oposição Maria Corina Machado publicou neste sábado (3), por meio das redes sociais, que "é o momento" para Edmundo González Urrutia ser reconhecido como presidente legítimo da Venezuela. A publicação se deu horas após os Estados Unidos invadirem a Venezuela e comunicarem que capturaram o ditador Nicolás Maduro.

"Este é o momento para aqueles que arriscaram tudo pela democracia em 28 de julho. Para aqueles que elegeram Edmundo González Urrutia como o legítimo presidente da Venezuela, que deve assumir imediatamente seu mandato constitucional e ser reconhecido como Comandante-Chefe das Forças Armadas Nacionais por todos os oficiais e soldados que as compõem".

Maria Corina Machado venceu o Prêmio Nobel da Paz de 2025 e é considerada uma aliada de Donald Trump e dos Estados Unidos na Venezuela. "Hoje estamos preparados para exercer nosso mandato e assumir o poder. Permaneçamos vigilantes, ativos e organizados até que a transição democrática esteja completa. Uma transição que precisa de todos nós", afirmou.

"Aos venezuelanos que estão dentro do nosso país, estejam preparados para implementar o que comunicaremos em breve através dos nossos canais oficiais", comunicou.

Trump diz que EUA vão governar a Venezuela após captura de Maduro

Da CNN BRASIL
charlesnasci@yahoo.com.br

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos irão governar a Venezuela imediatamente após a captura do ditador Nicolás Maduro, neste sábado (3). "Vamos governar o país até que possamos fazer uma transição segura, adequada e sensata", disse ele durante uma coletiva de imprensa em seu clube Mar-a-Lago, na Flórida.

"Não queremos que outra pessoa assuma o poder e que a situação se repita há muitos anos. Portanto, vamos governar o país." Trump não especificou quanto tempo prevê que essa transição de poder levará.

Narcoditador Maduro é preso, algemado e levado da Venezuela para os EUA

Do DIÁRIO DO PODER - Cláudio Humberto
charlesnasci@yahoo.com.br

O presidente norte-americano Donald Trump, anunciou haver capturado o narcoditador da Venezuela, Nicolás Maduro, após ataque militar muito bem sucedido na madrugada deste sábado (3). A ação militar contou também com a participação de policiais norte-americanos, exatamente porque Maduro recebe tratamento de traficante de drogas. Ele foi preso junto com a esposa, Cilia Flores, e levados a Nova York, nos EUA, segundo informa a imprensa americana.

"Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, junto com sua esposa, capturado e expulso do país. Essa operação foi realizada em conjunto com as autoridades policiais dos EUA", informou Trump em suas redes sociais, anunciando também que haverá coletiva de imprensa hoje em Mar-a-Lago, sua residência particular na Flórida. A vice presidente da Venezuela confirmou que o ditador Nicolás Maduro foi capturado pelas forças norte-americanas. Ela disse que o tirano foi "raptado" e exigiu "prova de vida", mas a verdade foi é capturado como narcotraficante.

O ministro da Defesa Vladimir Padrino López, cuja casa também foi bombardeada, segundo divulgou a Sky News, conclamou o "povo heróico da Venezuela" a resistir. "A Força Armada Nacional Bolivariana informa ao mundo inteiro que na madrugada de hoje, 03 de janeiro de 2026, o povo venezuelano foi alvo da agressão militar mais criminosa por parte do governo dos EUA", disse.

domingo, 14 de dezembro de 2025

Direita volta ao poder no Chile com vitória de José Antonio Kast, o 'Bolsonaro chileno'

Do DIÁRIO DO PODER, com GAZETA DO POVO
charlesnasci@yahoo.com.br

Confirmando o favoritismo nas pesquisas, o candidato de Direita José Antonio Kast (Partido Republicano) venceu o segundo turno das eleições para presidente do Chile neste domingo, com quase 20 pontos de vantagem sobre a candidata Jeannete Jara (Partido Comunista)
, em derrota contundente do governo do comunista Gabriel Boric.

A vitória de Kast foi apontada pela entidade que promove as eleições, que considera irreversível a vantagem de vinte pontos percentuais pelo candidato de direita, que gosta de ser comparado ao ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Quando mais de 95% das urnas estava apuradas, Kast aparecia com 58,17% dos votos, contra 41,84% para Jeannette Jara.

O novo presidente chileno tem 59 anos de idade, é católico praticante e tem cinco filhos. Kast foi candidato pelo Partido Republicano, que ele próprio fundou há cinco anos, defendendo abordagem linha-dura contra o crime, além do compromisso de deportar mais de 340 mil imigrantes ilegais, na maioria venezuelanos. O vitorioso deverá governar com maioria no parlamento porque seu partido ganhou mais assentos na Câmara e no Senado e terá apoio de outros partidos de direita.

O presidente eleito agradeceu a Deus pela vitória e pediu "força e temperança", prometendo "restabelecer o respeito à lei no país". A governista Jeannete Jara reconheceu a derrota e telefonou para Kast para parabeniza-lo. Ela fez na campanha um discurso tipicamente socialista, prometendo "colocar o bem-estar do povo no centro, e não os lucros de poucos". Já Kast prometeu menos intromissão do Estado na economia e endurecimento no combate ao crime, além de aumento do controle das fronteiras, para frear a imigração ilegal.