Do PODER 360 - Nino Guimarães
charlesnasci@yahoo.com.br
Em uma eleição protocolar na última 3ª feira (14.abr.2026), os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) escolheram Kassio Nunes Marques e André Mendonça para o comando da Justiça Eleitoral. A indicação já era esperada, uma vez que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) revezam a presidência do tribunal. Todos os ministros utilizaram uma urna eletrônica, tal como nas eleições gerais, para depositar o voto. O resultado foi lido pela ministra mais nova do colegiado, Estela Aranha.
charlesnasci@yahoo.com.br
Em uma eleição protocolar na última 3ª feira (14.abr.2026), os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) escolheram Kassio Nunes Marques e André Mendonça para o comando da Justiça Eleitoral. A indicação já era esperada, uma vez que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) revezam a presidência do tribunal. Todos os ministros utilizaram uma urna eletrônica, tal como nas eleições gerais, para depositar o voto. O resultado foi lido pela ministra mais nova do colegiado, Estela Aranha.
A posse dos ministros ainda não tem data confirmada, mas a expectativa é que seja em maio. Kassio Nunes Marques declarou que a presidência do TSE é uma "das maiores honras da sua vida". Mendonça agradeceu a condução das eleições pela presidente Cármen Lúcia e desejou boa sorte para Nunes Marques. "Que o TSE tenha, neste ano de 2026, uma festa muito bonita de eleições", afirmou.
NOVA COMPOSIÇÃO DO TSE
NOVA COMPOSIÇÃO DO TSE
A coordenação dos trabalhos da Justiça Eleitoral será do ministro Kassio Nunes Marques e do ministro André Mendonça, que assume a vice-presidência – ambos foram indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O 1º turno das eleições de 2026 será em 4 de outubro. O 2º turno será realizado em 25 de outubro. Mendonça tem o fim do seu 1º biênio em 25 de junho de 2026. Por ser ministro do STF, deve ser reconduzido e ficar mais 2 anos na Corte. Ele será o vice-presidente do Tribunal. Com isso, Dias Toffoli ocupará a 3ª vaga do TSE destinada a ministros do Supremo.
Já o ministro Antonio Carlos Ferreira finaliza seu 1º biênio em 19 de setembro. Como ele é do STJ (Superior Tribunal de Justiça), pela tradição do Tribunal, ocupa o assento durante 2 anos para que outros integrantes possam compor a Corte. Após a saída de Ferreira, o ministro efetivo Ricardo Villas Bôas Cueva assumirá a função de corregedor-geral eleitoral.
Continue lendo clicando aqui.






