Do ESTADÃO
charlesnasci@yahoo.com.br
O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG) afirmou neste domingo, 3, que o povo brasileiro "que rala, que levanta cedo e que sabe que o País tem futuro" só voltará a se orgulhar do Supremo Tribunal Federal (STF) quando houver o impeachment de alguns dos ministros que ocupam as cadeiras da Corte atualmente.
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O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG) afirmou neste domingo, 3, que o povo brasileiro "que rala, que levanta cedo e que sabe que o País tem futuro" só voltará a se orgulhar do Supremo Tribunal Federal (STF) quando houver o impeachment de alguns dos ministros que ocupam as cadeiras da Corte atualmente.
Segundo o ex-governador de Minas Gerais, o aparente envolvimento de integrantes do STF com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o caso do Banco Master causou indignação e desconfiança em relação à integridade do Judiciário. "Os brasileiros ficaram indignados com tudo que está acontecendo em Brasília, especificamente, no STF. Para o brasileiro voltar a ter orgulho do Supremo, temos de tirar alguns elementos de lá. O caminho mais natural para isso é o processo de impeachment", afirmou em entrevista ao programa Canal Livre.
Durante a entrevista, Zema afirmou ainda que, se eleito, vai privatizar todas as empresas estatais que ainda estão sob o controle da União. Segundo ele, a medida ajudaria a reduzir a taxa de juro no Brasil "de maneira mais rápida". "Se eleito, vou privatizar tudo. Isso vai provocar uma queda de juros muito rápida porque virá junto de uma reforma administrativa, uma reforma previdenciária, revisão de benefícios sociais", afirmou.
Durante a entrevista, Zema afirmou ainda que, se eleito, vai privatizar todas as empresas estatais que ainda estão sob o controle da União. Segundo ele, a medida ajudaria a reduzir a taxa de juro no Brasil "de maneira mais rápida". "Se eleito, vou privatizar tudo. Isso vai provocar uma queda de juros muito rápida porque virá junto de uma reforma administrativa, uma reforma previdenciária, revisão de benefícios sociais", afirmou.
Hoje, a União ainda mantém o controle de estatais em áreas como energia, bancos, logística, tecnologia e serviços, entre elas Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Correios, Serpro, Dataprev, Telebras, Casa da Moeda, Embrapa e empresas ligadas ao setor nuclear, como a ENBPar e a Eletronuclear. Zema não detalhou a quais delas se refere.
No argumento de Zema, as privatizações podem contribuir para a queda dos juros porque melhorariam a percepção de risco fiscal. O efeito, porém, não é automático nem necessariamente rápido: desestatizações costumam levar tempo por dependerem de modelagem e, muitas vezes, de aprovação do Congresso e de disputas judiciais.
Outra promessa de Zema é uma reforma da previdência de modo que o tempo de contribuição dos cidadãos aumente ao mesmo tempo que não sejam feitos reajustes reais nos salários do beneficiários. Para o ex-governador de Minas Gerais, o formato atual do sistema ainda é "insustentável".
Outra promessa de Zema é uma reforma da previdência de modo que o tempo de contribuição dos cidadãos aumente ao mesmo tempo que não sejam feitos reajustes reais nos salários do beneficiários. Para o ex-governador de Minas Gerais, o formato atual do sistema ainda é "insustentável".






