Do LEIA JÁ
charlesnasci@yahoo.com.br
Se na última quinta-feira (12) a pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (Solidariedade), optou por ignorar os questionamentos de jornalistas sobre sua aproximação com Raquel Lyra (PSD), a governadora seguiu o caminho oposto. Além de confirmar o contato telefônico, a gestora estadual sinalizou que a conversa foi produtiva.
A articulação entre as políticas, que já podem ser consideradas ex-adversárias, ganhou força após Carlos Lupi, presidente nacional do PDT – partido ao qual Marília deve se filiar –, afirmar que o prefeito João Campos (PSB) não demonstrou interesse em ter a prima em seu palanque.
charlesnasci@yahoo.com.br
Se na última quinta-feira (12) a pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (Solidariedade), optou por ignorar os questionamentos de jornalistas sobre sua aproximação com Raquel Lyra (PSD), a governadora seguiu o caminho oposto. Além de confirmar o contato telefônico, a gestora estadual sinalizou que a conversa foi produtiva.
A articulação entre as políticas, que já podem ser consideradas ex-adversárias, ganhou força após Carlos Lupi, presidente nacional do PDT – partido ao qual Marília deve se filiar –, afirmar que o prefeito João Campos (PSB) não demonstrou interesse em ter a prima em seu palanque.
DIÁLOGO E CONVERGÊNCIA
Em entrevista ao radialista Nill Júnior, da Rádio Pajeú, Raquel Lyra demonstrou otimismo em relação às costuras políticas para viabilizar sua permanência no Palácio do Campo das Princesas. Segundo a gestora, os diálogos com a classe política pernambucana buscam a "convergência união e construção de pontes". "Eu sou governadora do estado e é natural que eu converse com todos os partidos, lideranças políticas. E eu faço isso como um exercício desde sempre", declarou.
A fala da governadora corrobora o relato de Carlos Lupi, que na noite de quinta-feira descreveu o tom da conversa entre as duas como "muito boa". Além do PDT e de sua própria legenda, o PSD, Raquel revelou que mantém canais abertos com o PSDB e o União Brasil. Mesmo se mostrando satisfeita sobre a conversa com a pré-candidata ao Senado, a gestora estadual preferiu manter o discurso no campo administrativo, evitando antecipar o cenário eleitoral.
"Como governadora e também como presidente do PSD é meu dever conversar com todos. Primeiro, e segundo, terceiro e décimo para discutir os interesses de Pernambuco. Para convergir, porque eu não sou alguém que vai disputar uma eleição em outubro. Eu sou governadora do estado", ressaltou.
Em entrevista ao radialista Nill Júnior, da Rádio Pajeú, Raquel Lyra demonstrou otimismo em relação às costuras políticas para viabilizar sua permanência no Palácio do Campo das Princesas. Segundo a gestora, os diálogos com a classe política pernambucana buscam a "convergência união e construção de pontes". "Eu sou governadora do estado e é natural que eu converse com todos os partidos, lideranças políticas. E eu faço isso como um exercício desde sempre", declarou.
A fala da governadora corrobora o relato de Carlos Lupi, que na noite de quinta-feira descreveu o tom da conversa entre as duas como "muito boa". Além do PDT e de sua própria legenda, o PSD, Raquel revelou que mantém canais abertos com o PSDB e o União Brasil. Mesmo se mostrando satisfeita sobre a conversa com a pré-candidata ao Senado, a gestora estadual preferiu manter o discurso no campo administrativo, evitando antecipar o cenário eleitoral.
"Como governadora e também como presidente do PSD é meu dever conversar com todos. Primeiro, e segundo, terceiro e décimo para discutir os interesses de Pernambuco. Para convergir, porque eu não sou alguém que vai disputar uma eleição em outubro. Eu sou governadora do estado", ressaltou.






