Da CNN BRASIL
charlesnasci@yahoo.com.br
Durante entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (16), a governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD)comentou a relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Apesar de uma boa relação com o petista, o governante compõe a chapa do concorrente de Raquel no estado, o ex-prefeito de Recife João Campos (PSB). Mesmo com o apoio a João, o presidente ainda não realizou agendas públicas de campanha em Pernambuco.
Em suas falas, a governadora exaltou o trabalho em conjunto com o governo federal e com o presidente Lula. Raquel mencionou diversas entregas, como obras de infraestrutura e habitação, que foram possíveis pela parceria, além de elogiar a abertura do Planalto para ouvir as solicitações estaduais.
"Eu gostaria de chamar isso de trabalho em conjunto. Eu falo do presidente Lula e do governo federal porque o governo anterior de Pernambuco [de Paulo Câmara] brigou com três presidentes da República. Brigou com Dilma, brigou com Temer e com o Bolsonaro. Pernambuco deixou de ter investimentos importantes e teve perdas importantes pela incapacidade de construção de pontes e de diálogo", disse.
Ao ser questionada sobre o voto no presidente no pleito deste ano — uma vez que o próprio PSD (Partido Social Democrático) possui candidato próprio, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado —, a mandatária evitou mencionar um nome e defendeu uma postura "pernambuquista", que coloca o estado à frente.
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Durante entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (16), a governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD)comentou a relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Apesar de uma boa relação com o petista, o governante compõe a chapa do concorrente de Raquel no estado, o ex-prefeito de Recife João Campos (PSB). Mesmo com o apoio a João, o presidente ainda não realizou agendas públicas de campanha em Pernambuco.
Em suas falas, a governadora exaltou o trabalho em conjunto com o governo federal e com o presidente Lula. Raquel mencionou diversas entregas, como obras de infraestrutura e habitação, que foram possíveis pela parceria, além de elogiar a abertura do Planalto para ouvir as solicitações estaduais.
"Eu gostaria de chamar isso de trabalho em conjunto. Eu falo do presidente Lula e do governo federal porque o governo anterior de Pernambuco [de Paulo Câmara] brigou com três presidentes da República. Brigou com Dilma, brigou com Temer e com o Bolsonaro. Pernambuco deixou de ter investimentos importantes e teve perdas importantes pela incapacidade de construção de pontes e de diálogo", disse.
Ao ser questionada sobre o voto no presidente no pleito deste ano — uma vez que o próprio PSD (Partido Social Democrático) possui candidato próprio, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado —, a mandatária evitou mencionar um nome e defendeu uma postura "pernambuquista", que coloca o estado à frente.






