Do CORREIO DO AGRESTE
charlesnasci@yahoo.com.br
A Barragem de Jucazinho, inicia o quadrimestre mais seco do ano registrando 3,89% de sua capacidade de armazenamento ou 7,96 milhões de m³, conforme dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Embora o índice seja muito baixo, o cenário atual é melhor do que o mesmo período do ano passado.
Em setembro de 2025, o reservatório operava com apenas 2,21% de seu volume útil — o equivalente a 4,52 milhões de m³. A situação se agravou em dezembro quando o manancial chegou a menos de 1% da capacidade.
2026 começou com a barragem acumulando apenas 0,5% em janeiro e exigindo o uso emergencial de bombas flutuantes. No entanto, o inverno trouxe um alívio, com o reservatório atingindo o seu pico anual de 4,06% (8,32 milhões de m³), o que permitiu a desativação do bombeamento flutuante e o retorno da operação por gravidade.
Desde então, o nível estabilizou-se ligeiramente abaixo dos 4%. A grande diferença que mantém Jucazinho em situação melhor em relação ao ano passado não é apenas a água da chuva, mas o fato de que cidades como Caruaru, Riacho das Almas, Toritama, Bezerros e Gravatá passaram a ser abastecidas pelas águas do Rio São Francisco através da Adutora do Agreste.
Com a retirada desses municípios, o volume restante da barragem pôde ser concentrado no atendimento de cidades como Surubim, Casinhas, Frei Miguelinho, e Santa Maria do Cambucá. Segundo a Compesa, essas localidades também receberão as águas do Rio São Francisco por meio do Lote 4B da Adutora do Agreste. Testes já estão sendo realizados, mas ainda não há previsão de quando a intervenção estará em funcionamento.
Apesar do panorama ser mais favorável do que o fim de 2025, a situação exige cautela. Com o fim do período chuvoso na região e o início dos meses historicamente mais quentes e de maior evaporação (setembro a dezembro), o consumo consciente da água continua sendo a principal regra.
charlesnasci@yahoo.com.br
A Barragem de Jucazinho, inicia o quadrimestre mais seco do ano registrando 3,89% de sua capacidade de armazenamento ou 7,96 milhões de m³, conforme dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Embora o índice seja muito baixo, o cenário atual é melhor do que o mesmo período do ano passado.
Em setembro de 2025, o reservatório operava com apenas 2,21% de seu volume útil — o equivalente a 4,52 milhões de m³. A situação se agravou em dezembro quando o manancial chegou a menos de 1% da capacidade.
2026 começou com a barragem acumulando apenas 0,5% em janeiro e exigindo o uso emergencial de bombas flutuantes. No entanto, o inverno trouxe um alívio, com o reservatório atingindo o seu pico anual de 4,06% (8,32 milhões de m³), o que permitiu a desativação do bombeamento flutuante e o retorno da operação por gravidade.
Desde então, o nível estabilizou-se ligeiramente abaixo dos 4%. A grande diferença que mantém Jucazinho em situação melhor em relação ao ano passado não é apenas a água da chuva, mas o fato de que cidades como Caruaru, Riacho das Almas, Toritama, Bezerros e Gravatá passaram a ser abastecidas pelas águas do Rio São Francisco através da Adutora do Agreste.
Com a retirada desses municípios, o volume restante da barragem pôde ser concentrado no atendimento de cidades como Surubim, Casinhas, Frei Miguelinho, e Santa Maria do Cambucá. Segundo a Compesa, essas localidades também receberão as águas do Rio São Francisco por meio do Lote 4B da Adutora do Agreste. Testes já estão sendo realizados, mas ainda não há previsão de quando a intervenção estará em funcionamento.
Apesar do panorama ser mais favorável do que o fim de 2025, a situação exige cautela. Com o fim do período chuvoso na região e o início dos meses historicamente mais quentes e de maior evaporação (setembro a dezembro), o consumo consciente da água continua sendo a principal regra.






