Da REDAÇÃO
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A ex-prefeita de Casinhas e candidata a deputada federal Juliana de Chaparral aparece entre os nomes considerados mais bem posicionados dentro da Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas, na projeção do DataLyra 2026 para a eleição proporcional em Pernambuco. O levantamento, divulgado na madrugada desta quinta (24 de setembro) pelo Blog do Edmar Lyra, estima que a federação poderá conquistar entre cinco e seis das 25 cadeiras destinadas ao estado na Câmara dos Deputados.
JULIANA INTEGRA GRUPO DE CINCO NOMES MAIS BEM POSICIONADOS
De acordo com a projeção, cinco candidaturas aparecem no grupo apontado como possível núcleo de eleitos da federação: Clarissa Tércio, Fernando Filho, Juliana de Chaparral, Lula da Fonte e Miguel Coelho. O levantamento reúne candidatos com atuação política em diferentes regiões de Pernambuco e considera o desempenho das chapas na disputa proporcional.
A presença de Juliana entre os nomes projetados ocorre em meio à campanha que a ex-prefeita de Casinhas vem realizando em diferentes municípios pernambucanos. Após dois mandatos à frente da Prefeitura de Casinhas, ela deixou o cargo em abril deste ano para disputar uma vaga na Câmara Federal.
DISPUTA INTERNA AINDA ENVOLVE OUTROS NOMES
Na faixa de candidaturas que, segundo o DataLyra, seguem na disputa por uma das cadeiras projetadas para a federação, aparecem Edilson Tavares e Michele Collins. A quantidade final de deputados eleitos pela União Progressista dependerá do desempenho coletivo da chapa e da distribuição dos votos entre os candidatos.
A projeção considera que a federação poderá eleger entre cinco e seis deputados federais. Nesse cenário, a disputa interna entre os nomes da própria chapa também será determinante para a definição dos candidatos que ocuparão as vagas conquistadas pela legenda.
DATALYRA TRABALHA COM CENÁRIO PROPORCIONAL
O DataLyra 2026 é apresentado como um projeto de análise eleitoral voltado à composição das bancadas proporcionais de Pernambuco. A metodologia considera fatores como desempenho eleitoral anterior, estrutura política, bases municipais, competitividade das candidaturas e composição das chapas.
O estudo não corresponde a uma pesquisa de intenção de voto. Trata-se de uma projeção analítica, elaborada para estimar como poderá ficar a distribuição das cadeiras a partir das características das candidaturas e das chapas proporcionais.






