Da REDAÇÃO
charlesnasci@yahoo.com.br
Dois gestores do Agreste Setentrional de Pernambuco iniciam 2026 com seus nomes projetados para voos mais altos na política regional. A prefeita de Casinhas, Juliana de Chaparral (União Brasil), se prepara para disputar uma vaga na Câmara Federal, enquanto o prefeito de Bom Jardim, Janjão (PSD), articula candidatura à Assembleia Legislativa de Pernambuco. Aliados políticos, ambos compartilham mais do que afinidade partidária: foram reeleitos com votações expressivas e imprimiram marcas visíveis de transformação administrativa em seus municípios, o que naturalmente os coloca no radar das eleições estadual e nacional.
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Dois gestores do Agreste Setentrional de Pernambuco iniciam 2026 com seus nomes projetados para voos mais altos na política regional. A prefeita de Casinhas, Juliana de Chaparral (União Brasil), se prepara para disputar uma vaga na Câmara Federal, enquanto o prefeito de Bom Jardim, Janjão (PSD), articula candidatura à Assembleia Legislativa de Pernambuco. Aliados políticos, ambos compartilham mais do que afinidade partidária: foram reeleitos com votações expressivas e imprimiram marcas visíveis de transformação administrativa em seus municípios, o que naturalmente os coloca no radar das eleições estadual e nacional.
Com a regra da desincompatibilização, que obriga chefes do Executivo a deixarem os cargos até seis meses antes da eleição, a corrida eleitoral começa, na prática, em abril deste ano. A partir daí, as pré-candidaturas deixam o campo das conjecturas e ganham contornos definitivos. Esse movimento abre espaço para que os atuais vices assumam as prefeituras até o fim dos mandatos, em dezembro de 2028.
Em Casinhas, quem assume é José Lúcio da Silva, que também já foi vice-prefeito de Orobó e é um dos homens de maior confiança do grupo político liderado por Cleber Chaparral, hoje prefeito de Surubim e considerado um dos principais articuladores políticos do interior pernambucano na atualidade. Natural de Umbuzeiro, na Paraíba, Lúcio Silva tem 44 anos, formação em Administração, é casado com a médica Mônica Martins e pai de Letícia, Davi e Rafael. Sua chegada ao comando do município representa mais do que uma sucessão administrativa: é a continuidade direta de um projeto político que se consolida cada vez mais na região.
Já em Bom Jardim, o bastão será passado a Arsênio Medeiros de Oliveira, o Arsênio da Minério. Nascido no Recife, com 46 anos, ele traz um perfil técnico e empresarial, com formação em Mineração, Relações Humanísticas no Trabalho e especialização internacional em extração de granitos ornamentais, realizada em Portugal. Atualmente encarregado geral de extração da Minérios de Bom Jardim S/A, Arsênio terá o desafio de manter o ritmo de uma gestão marcada por investimentos e entregas, ao mesmo tempo em que precisará construir sua própria identidade à frente da prefeitura.
O fato é que, enquanto Juliana e Janjão miram novos horizontes eleitorais, seus municípios entram em uma fase decisiva, com Lúcio e Arsênio prestes a se tornarem protagonistas para dar continuidade a projetos que já têm rumo, aprovação popular e resultados visíveis. O desafio agora é claro: manter o ritmo, cuidar do que foi construído e mostrar capacidade de avançar ainda mais. Em momentos assim, quem assume não começa do zero, começa com responsabilidade. Se houver diálogo, trabalho e sensibilidade política, Casinhas e Bom Jardim podem transformar a transição em força, provando que gestão é continuidade, presença e compromisso com o povo.






