Do BLOG CENÁRIO
charlesnasci@yahoo.com.br
O Recife abriu oficialmente o Carnaval 2026 com a subida do Galo Folião Fraterno. Com 32 metros de altura e oito toneladas, a alegoria passou a dominar o horizonte do centro da capital, anunciando que a cidade entra em tempo de frevo, encontro e esperança. Marcando o início do ciclo momesco, o Galo ficará exposto entre os dias 11 e 22 de fevereiro.
A cerimônia de subida contou com uma programação que reuniu diferentes expressões da cultura carnavalesca recifense. Estiveram presentes Getúlio Cavalcanti, o Bloco das Ilusões, o Canindé do Recife, os Clarins de Ouro de Pernambuco, a Orquestra Som Brasil/Trio Som Brasil e a Cia de Dança Perna de Palco, compondo um espetáculo que uniu música, dança e tradição.
Assinada por Leopoldo Nóbrega, em parceria com Germana Xavier, a escultura mantém o compromisso com a sustentabilidade ao ser produzida integralmente a partir de materiais descartados e recicláveis. Plásticos, lonas, garrafas PET, CDs, tecidos, redes de pesca e conchas compõem a indumentária, que em 2026 adota as cores verde, amarelo, azul e branco, em referência ao Brasil.
O figurino propõe um diálogo simbólico que atravessa Pernambuco, do Sertão ao litoral, combinando referências dos gibões do cangaço com biojoias feitas de resíduos marítimos. Elementos tecnológicos, como estrelas da bandeira brasileira produzidas em impressoras 3D por núcleos comunitários, espirais que remetem ao DNA e um sagrado coração iluminado por LED e descartes tecnológicos, completam a narrativa visual da alegoria.
A edição de 2026 destaca ainda o cuidado com a saúde mental. Parte da indumentária foi construída em oficinas de arteterapia, com participação de usuários e usuárias de políticas públicas municipais, em articulação com as áreas de saúde e assistência social. Inspirada no pensamento de Nise da Silveira, a proposta reafirma a arte como ferramenta de cuidado, expressão e fortalecimento de vínculos.
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O Recife abriu oficialmente o Carnaval 2026 com a subida do Galo Folião Fraterno. Com 32 metros de altura e oito toneladas, a alegoria passou a dominar o horizonte do centro da capital, anunciando que a cidade entra em tempo de frevo, encontro e esperança. Marcando o início do ciclo momesco, o Galo ficará exposto entre os dias 11 e 22 de fevereiro.
A cerimônia de subida contou com uma programação que reuniu diferentes expressões da cultura carnavalesca recifense. Estiveram presentes Getúlio Cavalcanti, o Bloco das Ilusões, o Canindé do Recife, os Clarins de Ouro de Pernambuco, a Orquestra Som Brasil/Trio Som Brasil e a Cia de Dança Perna de Palco, compondo um espetáculo que uniu música, dança e tradição.
Assinada por Leopoldo Nóbrega, em parceria com Germana Xavier, a escultura mantém o compromisso com a sustentabilidade ao ser produzida integralmente a partir de materiais descartados e recicláveis. Plásticos, lonas, garrafas PET, CDs, tecidos, redes de pesca e conchas compõem a indumentária, que em 2026 adota as cores verde, amarelo, azul e branco, em referência ao Brasil.
O figurino propõe um diálogo simbólico que atravessa Pernambuco, do Sertão ao litoral, combinando referências dos gibões do cangaço com biojoias feitas de resíduos marítimos. Elementos tecnológicos, como estrelas da bandeira brasileira produzidas em impressoras 3D por núcleos comunitários, espirais que remetem ao DNA e um sagrado coração iluminado por LED e descartes tecnológicos, completam a narrativa visual da alegoria.
A edição de 2026 destaca ainda o cuidado com a saúde mental. Parte da indumentária foi construída em oficinas de arteterapia, com participação de usuários e usuárias de políticas públicas municipais, em articulação com as áreas de saúde e assistência social. Inspirada no pensamento de Nise da Silveira, a proposta reafirma a arte como ferramenta de cuidado, expressão e fortalecimento de vínculos.






