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A semana tem sido pesada. Ainda com o coração apertado pela despedida recente de uma amiga querida da comunidade do Diogo, em Casinhas, recebo mais um golpe duro: perdi, nesta quinta-feira (26 de março), meu irmão, Joário Deodato do Nascimento, aos 75 anos. Ele faleceu às 15h10, no Hospital do IMIP, no Recife.
Joário construiu sua história com trabalho e dignidade. Comerciante bastante conhecido no distrito de Umari, em Bom Jardim, foi durante muitos anos referência à frente de sua padaria, um ponto tradicional da comunidade. Nos últimos tempos, o negócio vinha sendo conduzido por seu filho André, o do meio, mas também deixa Adelson, o caçula, e Adriano, o primogênito, três homens de bem, que carregam o legado do pai com honra.
As lembranças que tenho são vivas. Voltam como cenas antigas, lá do sítio, onde nos reuníamos entre risos e simplicidade, ao lado dos meus irmãos Zé Roberto e Eufrásio Júnior, junto com meu pai e minha mãe, Dona Maria Borges. Em nome da minha irmã Dona Tetinha, tão querida no bairro da Cabaceira, em Surubim, estendo esse abraço de dor a todos os meus irmãos e irmãs por parte de pai, filhos de Seu Eufrásio Deodato do Nascimento, o nosso inesquecível "Mestre Frásio", que já partiu, mas segue presente em tudo que somos. E, em nome da minha sobrinha Rejane, abraço todos os sobrinhos, que hoje também sentem esse vazio.
Joário construiu sua história com trabalho e dignidade. Comerciante bastante conhecido no distrito de Umari, em Bom Jardim, foi durante muitos anos referência à frente de sua padaria, um ponto tradicional da comunidade. Nos últimos tempos, o negócio vinha sendo conduzido por seu filho André, o do meio, mas também deixa Adelson, o caçula, e Adriano, o primogênito, três homens de bem, que carregam o legado do pai com honra.
As lembranças que tenho são vivas. Voltam como cenas antigas, lá do sítio, onde nos reuníamos entre risos e simplicidade, ao lado dos meus irmãos Zé Roberto e Eufrásio Júnior, junto com meu pai e minha mãe, Dona Maria Borges. Em nome da minha irmã Dona Tetinha, tão querida no bairro da Cabaceira, em Surubim, estendo esse abraço de dor a todos os meus irmãos e irmãs por parte de pai, filhos de Seu Eufrásio Deodato do Nascimento, o nosso inesquecível "Mestre Frásio", que já partiu, mas segue presente em tudo que somos. E, em nome da minha sobrinha Rejane, abraço todos os sobrinhos, que hoje também sentem esse vazio.
A caminhada de Joário foi marcada por coragem. Enfrentou por anos a dura rotina da hemodiálise, passou por um transplante de rim que acabou não sendo bem-sucedido, mas não desistiu. Recentemente, havia realizado um novo procedimento e se recuperava bem, já se preparando para deixar a UTI e ir para a enfermaria. Mas, há cerca de oito dias, seu quadro se agravou após uma hemorragia, e hoje Deus o chamou para descansar.
Fica aqui também meu abraço mais apertado à sua companheira de vida, a professora Dona Aliete, mulher guerreira, de fé, que esteve ao seu lado em todos os momentos. Aos netos Carlos Henrique, Heloísa e Mathias, deixo meu carinho e minha solidariedade. Mesmo com os caminhos que a vida nos impõe, o carinho, o respeito e a gratidão permanecem intactos, eternos.
O corpo de Joário está sendo velado em sua residência, na Rua A da Alegria, nº 32, em Umari, Bom Jardim. O sepultamento será realizado nesta sexta-feira (27), às 16h, no Cemitério São José, em Surubim, sua terra natal. Hoje, escrevo não apenas como quem informa, mas como quem sente. E sente muito.
Fica aqui também meu abraço mais apertado à sua companheira de vida, a professora Dona Aliete, mulher guerreira, de fé, que esteve ao seu lado em todos os momentos. Aos netos Carlos Henrique, Heloísa e Mathias, deixo meu carinho e minha solidariedade. Mesmo com os caminhos que a vida nos impõe, o carinho, o respeito e a gratidão permanecem intactos, eternos.
O corpo de Joário está sendo velado em sua residência, na Rua A da Alegria, nº 32, em Umari, Bom Jardim. O sepultamento será realizado nesta sexta-feira (27), às 16h, no Cemitério São José, em Surubim, sua terra natal. Hoje, escrevo não apenas como quem informa, mas como quem sente. E sente muito.







