Da CBN RECIFE - Blog de Elielson
charlesnasci@yahoo.com.br
O desgaste envolvendo o pré-candidato Flávio Bolsonaro no caso das ligações com o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, abriu uma nova discussão nos bastidores da política nacional: a busca por um nome de direita menos radicalizado e com menor rejeição.
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O desgaste envolvendo o pré-candidato Flávio Bolsonaro no caso das ligações com o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, abriu uma nova discussão nos bastidores da política nacional: a busca por um nome de direita menos radicalizado e com menor rejeição.
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, começa a aparecer nesse debate como alternativa possível dentro de um campo que tenta se reorganizar para 2026. O mineiro endureceu o discurso após a repercussão do caso e passou a marcar distância pública de Flávio Bolsonaro, enquanto Ronaldo Caiado também elevou o tom sobre o episódio.
A avaliação de aliados e analistas é de que Zema precisará romper a bolha do eixo do Sudeste e investir fortemente em regiões como o Nordeste para tentar viabilizar uma chegada ao segundo turno. Há quem enxergue, inclusive, a possibilidade de uma composição com Caiado ocupando a vice, numa tentativa de unir diferentes alas da centro-direita.
A avaliação de aliados e analistas é de que Zema precisará romper a bolha do eixo do Sudeste e investir fortemente em regiões como o Nordeste para tentar viabilizar uma chegada ao segundo turno. Há quem enxergue, inclusive, a possibilidade de uma composição com Caiado ocupando a vice, numa tentativa de unir diferentes alas da centro-direita.
O entendimento é de que, com um perfil mais moderado e menos bolsonarizado, Zema poderia ocupar o espaço da tão sonhada terceira via nacional, sobretudo diante do desgaste provocado pela crise envolvendo o Banco Master e seus desdobramentos na corrida presidencial.






