Do BLOG DE MAGNO MARTINS
charlesnasci@yahoo.com.br
Embora sua força eleitoral e seu engajamento na campanha em Petrolina no segundo turno da eleição para governador, no ano passado, tenham levado a governadora Raquel Lyra (PSDB) a sair de pouco mais de quatro mil votos, no primeiro turno, para quase 90 mil no segundo turno, o ex-prefeito Miguel Coelho, que não chegou ao segundo turno disputando pelo União Brasil, hoje milita no campo da oposição. Provavelmente temendo sombra, a governadora relevou a importância de Miguel, um jovem político promissor, de apenas 33 anos, e do grupo Coelho, preferindo, mais adiante, abrir espaço no seu Governo para o ministro André de Paula (Pesca e Aquicultura).
charlesnasci@yahoo.com.br
Embora sua força eleitoral e seu engajamento na campanha em Petrolina no segundo turno da eleição para governador, no ano passado, tenham levado a governadora Raquel Lyra (PSDB) a sair de pouco mais de quatro mil votos, no primeiro turno, para quase 90 mil no segundo turno, o ex-prefeito Miguel Coelho, que não chegou ao segundo turno disputando pelo União Brasil, hoje milita no campo da oposição. Provavelmente temendo sombra, a governadora relevou a importância de Miguel, um jovem político promissor, de apenas 33 anos, e do grupo Coelho, preferindo, mais adiante, abrir espaço no seu Governo para o ministro André de Paula (Pesca e Aquicultura).
O tempo se encarregou de levar a família Coelho de volta ao ninho do PSB. Hoje, Antônio Coelho, irmão de Miguel, ocupa a Secretaria de Turismo do Recife. Com isso, no ano que vem, Miguel e seus irmãos – os deputados Fernando Filho (federal) e Antônio (estadual), além do pai, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho – trabalharão fortemente pela reeleição do prefeito do Recife, João Campos, herdeiro político do ex-governador Eduardo Campos, que tem pela frente um cenário extremamente favorável para emplacar um novo mandato.
"Nossa meta é ajudar na reeleição de João, reeleger Simão Durando (prefeito de Petrolina) e trabalhar para emplacar o maior número de prefeitos do nosso grupo", disse Miguel, numa conversa com este blogueiro num café da manhã em seu escritório, quarta-feira passada, dia seguinte ao lançamento da biografia de Marco Maciel, em Petrolina. Perguntado se não iria endurecer o discurso de oposição ao Governo tucano, Miguel foi sábio, revelando que está amadurecido, com os pés no chão. "Raquel não é candidata a nada nas eleições de 2024", disse, adiantando que a estratégia do seu grupo é sair fortalecido das urnas municipais para aí, sim, dois anos depois, ir para o enfrentamento à governadora, que será candidata à reeleição.
FALTA UM PROGRAMA
"Nossa meta é ajudar na reeleição de João, reeleger Simão Durando (prefeito de Petrolina) e trabalhar para emplacar o maior número de prefeitos do nosso grupo", disse Miguel, numa conversa com este blogueiro num café da manhã em seu escritório, quarta-feira passada, dia seguinte ao lançamento da biografia de Marco Maciel, em Petrolina. Perguntado se não iria endurecer o discurso de oposição ao Governo tucano, Miguel foi sábio, revelando que está amadurecido, com os pés no chão. "Raquel não é candidata a nada nas eleições de 2024", disse, adiantando que a estratégia do seu grupo é sair fortalecido das urnas municipais para aí, sim, dois anos depois, ir para o enfrentamento à governadora, que será candidata à reeleição.
FALTA UM PROGRAMA
Para Miguel, não se trata de endurecimento do discurso contra Raquel pelo fato dela não ter valorizado o seu grupo. "O que tenho feito nos últimos meses são colocações pontuais e críticas, também de cobranças, em cima do desapontamento, não apenas meu, mas de toda a sociedade pernambucana, com questões que ela não tem enfrentado, provavelmente porque nunca teve um programa de governo", disse o ex-prefeito de Petrolina.