Subscribe:
.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Conexão Política, Estadão, Metrópoles e Pleno News foram as únicas mídias nacionais que noticiaram escândalo envolvendo João Campos

Do CONEXÃO POLÍTICA
charlesnasci@yahoo.com.br

O escândalo envolvendo a nomeação e posterior recuo administrativo da Prefeitura do Recife, relacionado ao concurso da Procuradoria-Geral do Município, repercutiu exclusivamente em quatro veículos de alcance nacional: Conexão Política, Estadão, Metrópoles e Pleno News. Essas redações foram as únicas a registrar os desdobramentos oficiais, incluindo a apresentação do laudo tardio, a reclassificação, a revisão administrativa e a reversão da decisão que alterava o resultado final do certame.

A situação se desenrolou com publicações em edições extras do Diário Oficial do Recife, atos administrativos de anulação e portarias confirmando o retorno do candidato originalmente classificado na vaga destinada a pessoas com deficiência. Mesmo diante das atualizações formais, o caso permaneceu ausente dos principais veículos pernambucanos, como Diario de Pernambuco, Folha de Pernambuco, Jornal do Commercio e G1 Pernambuco, que até a manhã da quarta-feira (31 de dezemgro) não haviam registrado nota, reportagem ou referência ao caso.

Enquanto isso, no plano nacional, as quatro mídias que optaram por cobrir o assunto acompanharam a movimentação institucional que resultou na publicação de três portarias centrais: a Portaria nº 1786/2025, que confirma a continuidade do procedimento de posse de Marko Venicio dos Santos Batista; a Portaria nº 22/2025, que revoga o edital utilizado na justificativa da reclassificação; e a Portaria nº 1823/2025, que anula o ato anterior responsável pela mudança na convocação.