charlesnasci@yahoo.com.br
Preparando-se para a sua sétima candidatura presidencial, Lula esperava que 2026, como ele disse mais de uma vez, fosse o ano da colheita, em que a população finalmente perceberia as realizações do governo, a popularidade da gestão melhoraria e sua campanha à reeleição ganharia tração. Até aqui, não é o que está acontecendo.
As pesquisas mostram que a desaprovação ao governo continua maior do que a aprovação. Pior, a diferença entre os dois indicadores aumentou um pouco nos últimos levantamentos. Apesar de a publicidade oficial ressaltar o avanço em importantes índices econômicos, especialmente o aquecimento do mercado de trabalho e a ampliação da renda média do trabalhador, o mau humor da população tem crescido nessa área.
A Genial/Quaest detectou que subiram entre fevereiro e março os percentuais de eleitores que acham que a economia piorou (43% para 48%) e que o poder de compra diminuiu (61% para 64%). A corrupção também voltou a assombrar o país. Filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, voltou à pauta do noticiário e de uma CPI no Congresso em razão de sua relação mal-explicada com Antônio Camilo Antunes, o "Careca do INSS", apontado pela Polícia Federal como operador do esquema bilionário de roubo contra aposentados e pensionistas.
A oposição também tem tentado colar o escândalo do Banco Master no governo, cujos integrantes reconhecem que as investigações podem desgastar a imagem de Lula, mesmo que ele não tenha nada a ver com a maior fraude bancária da história do país, que deixou um rombo de mais de 50 bilhões de reais.
Preparando-se para a sua sétima candidatura presidencial, Lula esperava que 2026, como ele disse mais de uma vez, fosse o ano da colheita, em que a população finalmente perceberia as realizações do governo, a popularidade da gestão melhoraria e sua campanha à reeleição ganharia tração. Até aqui, não é o que está acontecendo.
As pesquisas mostram que a desaprovação ao governo continua maior do que a aprovação. Pior, a diferença entre os dois indicadores aumentou um pouco nos últimos levantamentos. Apesar de a publicidade oficial ressaltar o avanço em importantes índices econômicos, especialmente o aquecimento do mercado de trabalho e a ampliação da renda média do trabalhador, o mau humor da população tem crescido nessa área.
A Genial/Quaest detectou que subiram entre fevereiro e março os percentuais de eleitores que acham que a economia piorou (43% para 48%) e que o poder de compra diminuiu (61% para 64%). A corrupção também voltou a assombrar o país. Filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, voltou à pauta do noticiário e de uma CPI no Congresso em razão de sua relação mal-explicada com Antônio Camilo Antunes, o "Careca do INSS", apontado pela Polícia Federal como operador do esquema bilionário de roubo contra aposentados e pensionistas.
A oposição também tem tentado colar o escândalo do Banco Master no governo, cujos integrantes reconhecem que as investigações podem desgastar a imagem de Lula, mesmo que ele não tenha nada a ver com a maior fraude bancária da história do país, que deixou um rombo de mais de 50 bilhões de reais.
Não bastassem as dificuldades domésticas, o cenário internacional não tem sido favorável. Os ataques de Estados Unidos e Israel contra o Irã fizeram subir o preço do petróleo no mundo e dos combustíveis no Brasil. Em resposta, o governo zerou o PIS e o Cofins sobre o óleo diesel numa tentativa de baixar o valor do produto e evitar uma greve de caminhoneiros. A paralisação não foi realizada, mas não está descartada. Além dela, os aliados temem que o conflito externo provoque mais inflação no Brasil, o que teria efeitos eleitorais explosivos.
Os custos da safra 2026 são visíveis no quadro eleitoral. As simulações de segundo turno realizadas por quatro institutos renomados revelam um empate entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Na Genial/Quaest, o oposicionista apareceu pela primeira vez à frente do presidente no eleitorado independente, considerado o fiel da balança da próxima votação: 32% a 27%. Quando falava em colheita, Lula sabia que a sucessão presidencial não seria fácil. Ele só não esperava, como ocorre até agora, tanta dificuldade.
Os custos da safra 2026 são visíveis no quadro eleitoral. As simulações de segundo turno realizadas por quatro institutos renomados revelam um empate entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Na Genial/Quaest, o oposicionista apareceu pela primeira vez à frente do presidente no eleitorado independente, considerado o fiel da balança da próxima votação: 32% a 27%. Quando falava em colheita, Lula sabia que a sucessão presidencial não seria fácil. Ele só não esperava, como ocorre até agora, tanta dificuldade.






