Do JC PE - Pedro Beija
charlesnasci@yahoo.com.br
O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), afirmou ser alvo de uma "milícia digital" e disse sofrer ataques diários nas redes sociais. A declaração foi dada durante entrevista ao Congresso em Foco, nesta terça-feira (2), concedida durante sua participação no Fórum de Lisboa, em Portugal, e no mesmo dia em que a Polícia Federal deflagrou operação para apurar a suspeita de fraudes em licitações durante a gestão Geraldo Julio, à época do PSB, na capital pernambucana. Segundo João, os ataques ocorreriam de forma permanente e envolveriam o uso de perfis automatizados e disseminação de informações falsas.
"É um cenário de muita violência política em alguns estados brasileiros, lá em Pernambuco é um desses casos. Eu tenho sido atacado manhã, tarde e noite por uma verdadeira milícia digital", declarou. Segundo o socialista, os ataques ocorreriam de maneira coordenada, com uso de mecanismos artificiais para ampliar a circulação de conteúdos e informações falsas. "Instrumentalizada de forma inorgânica, com presença de robôs, de informações falsas, automatizadas, instrumentalizadas por pessoas da política que querem atacar um adversário político", declarou.
João também afirmou que a atuação desses grupos já teria sido identificada e denunciada, defendendo que as apurações avancem para identificar quem estaria por trás da estrutura. "Essa presença que já foi identificada, denunciada e hoje apurada pela Polícia Federal em Pernambuco precisa ser esclarecida. O mais importante é entender quem está por trás disso e como isso é financiado", disse.
Embora não tenha sido questionado pelos jornalistas presentes, o partido presidido por João Campos, o PSB, foi alvo, nesta mesma terça-feira, de uma operação da CGU e da PF. A ação apura a suspeita de fraudes e corrupção em contratos celebrados com a Prefeitura do Recife no ano de 2020, quando a gestão estava sob comando de Geraldo Julio, à época filiado ao partido de João.
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O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), afirmou ser alvo de uma "milícia digital" e disse sofrer ataques diários nas redes sociais. A declaração foi dada durante entrevista ao Congresso em Foco, nesta terça-feira (2), concedida durante sua participação no Fórum de Lisboa, em Portugal, e no mesmo dia em que a Polícia Federal deflagrou operação para apurar a suspeita de fraudes em licitações durante a gestão Geraldo Julio, à época do PSB, na capital pernambucana. Segundo João, os ataques ocorreriam de forma permanente e envolveriam o uso de perfis automatizados e disseminação de informações falsas.
"É um cenário de muita violência política em alguns estados brasileiros, lá em Pernambuco é um desses casos. Eu tenho sido atacado manhã, tarde e noite por uma verdadeira milícia digital", declarou. Segundo o socialista, os ataques ocorreriam de maneira coordenada, com uso de mecanismos artificiais para ampliar a circulação de conteúdos e informações falsas. "Instrumentalizada de forma inorgânica, com presença de robôs, de informações falsas, automatizadas, instrumentalizadas por pessoas da política que querem atacar um adversário político", declarou.
João também afirmou que a atuação desses grupos já teria sido identificada e denunciada, defendendo que as apurações avancem para identificar quem estaria por trás da estrutura. "Essa presença que já foi identificada, denunciada e hoje apurada pela Polícia Federal em Pernambuco precisa ser esclarecida. O mais importante é entender quem está por trás disso e como isso é financiado", disse.
Embora não tenha sido questionado pelos jornalistas presentes, o partido presidido por João Campos, o PSB, foi alvo, nesta mesma terça-feira, de uma operação da CGU e da PF. A ação apura a suspeita de fraudes e corrupção em contratos celebrados com a Prefeitura do Recife no ano de 2020, quando a gestão estava sob comando de Geraldo Julio, à época filiado ao partido de João.






