Do BLOG PONTO DE VISTA
charlesnasci@yahoo.com.br
A saída de Gilson Machado do Partido Liberal (PL) expõe mais um capítulo das tensões internas da legenda em Pernambuco e produz efeitos diretos no tabuleiro eleitoral de 2026. O rompimento foi motivado por divergências com o presidente estadual do partido, Anderson Ferreira, e representa uma perda significativa para o PL, especialmente no campo da disputa proporcional.
Embora Gilson Machado tenha manifestado publicamente o desejo de disputar uma vaga no Senado, o cenário político indica que o caminho mais viável para o ex-ministro será a Câmara Federal. Nos bastidores, ele é visto como um nome com forte apelo eleitoral e potencial para atuar como puxador de votos, ativo político estratégico em eleições proporcionais.
A debandada de Gilson enfraquece o PL, que contava com o seu desempenho nas urnas para ampliar a bancada federal. A perda é considerada expressiva, não apenas pelo capital eleitoral do ex-ministro, mas também pelo simbolismo político que ele carrega devido a sua ligação com o ex-presidente Bolsonaro.
Mesmo sem anunciar oficialmente seu novo destino partidário, já é dada como certa, no meio político, a filiação de Gilson Machado ao Podemos, partido comandado em Pernambuco por Marcelo Gouveia. Caso o movimento se confirme, a legenda fortalece ainda mais a sua musculatura e competitividade, com chances reais de eleger uma bancada expressiva para a Câmara dos Deputados, impulsionada pelo desempenho de Gilson.
O episódio remete ao que ocorreu nas eleições de 2022, quando o PL também perdeu uma candidatura com elevado potencial de votos. À época, Clarissa Tércio deixou a legenda, igualmente por divergências com o grupo Ferreira, e migrou para o Progressistas (PP). O resultado foi contundente: Clarissa obteve mais de 240 mil votos, superando com folga o quociente eleitoral e garantindo uma vaga na Câmara Federal.
Agora, Gilson Machado se encontra em situação semelhante. Se repetir nas urnas a força política que demonstra nos bastidores, sua saída poderá se consolidar como mais uma oportunidade perdida pelo PL e um reforço decisivo para a legenda que vier a abrigá-lo.
A SENHA – "Só vou para um partido que apoie Flávio Bolsonaro", afirmou Gilson Machado sobre a sigla que deve escolher para disputar a eleição deste ano. Ele, que deixou o PL ontem, disse não ter pressa na escolha.
DE SAÍDA – Quem também deve sair do PL é o vereador recifense Gilson Machado Filho. Ele, que pretende concorrer a uma vaga na ALEPE, deve receber uma carta de anuência do partido.
charlesnasci@yahoo.com.br
A saída de Gilson Machado do Partido Liberal (PL) expõe mais um capítulo das tensões internas da legenda em Pernambuco e produz efeitos diretos no tabuleiro eleitoral de 2026. O rompimento foi motivado por divergências com o presidente estadual do partido, Anderson Ferreira, e representa uma perda significativa para o PL, especialmente no campo da disputa proporcional.
Embora Gilson Machado tenha manifestado publicamente o desejo de disputar uma vaga no Senado, o cenário político indica que o caminho mais viável para o ex-ministro será a Câmara Federal. Nos bastidores, ele é visto como um nome com forte apelo eleitoral e potencial para atuar como puxador de votos, ativo político estratégico em eleições proporcionais.
A debandada de Gilson enfraquece o PL, que contava com o seu desempenho nas urnas para ampliar a bancada federal. A perda é considerada expressiva, não apenas pelo capital eleitoral do ex-ministro, mas também pelo simbolismo político que ele carrega devido a sua ligação com o ex-presidente Bolsonaro.
Mesmo sem anunciar oficialmente seu novo destino partidário, já é dada como certa, no meio político, a filiação de Gilson Machado ao Podemos, partido comandado em Pernambuco por Marcelo Gouveia. Caso o movimento se confirme, a legenda fortalece ainda mais a sua musculatura e competitividade, com chances reais de eleger uma bancada expressiva para a Câmara dos Deputados, impulsionada pelo desempenho de Gilson.
O episódio remete ao que ocorreu nas eleições de 2022, quando o PL também perdeu uma candidatura com elevado potencial de votos. À época, Clarissa Tércio deixou a legenda, igualmente por divergências com o grupo Ferreira, e migrou para o Progressistas (PP). O resultado foi contundente: Clarissa obteve mais de 240 mil votos, superando com folga o quociente eleitoral e garantindo uma vaga na Câmara Federal.
Agora, Gilson Machado se encontra em situação semelhante. Se repetir nas urnas a força política que demonstra nos bastidores, sua saída poderá se consolidar como mais uma oportunidade perdida pelo PL e um reforço decisivo para a legenda que vier a abrigá-lo.
A SENHA – "Só vou para um partido que apoie Flávio Bolsonaro", afirmou Gilson Machado sobre a sigla que deve escolher para disputar a eleição deste ano. Ele, que deixou o PL ontem, disse não ter pressa na escolha.
DE SAÍDA – Quem também deve sair do PL é o vereador recifense Gilson Machado Filho. Ele, que pretende concorrer a uma vaga na ALEPE, deve receber uma carta de anuência do partido.






