Do BLOG PONTO DE VISTA - Wellington Ribeiro
charlesnasci@yahoo.com.br
A três meses de deixar a Prefeitura do Recife, com a desincompatibilização necessária para a disputa pelo Governo do Estado, João Campos robustece os passos que vem dando desde que iniciou, de forma mais sistemática, a agenda de articulações pelo interior de Pernambuco. Na última sexta-feira, o socialista se reuniu com Miguel Coelho para alinhar o roteiro político dos próximos meses e reduzir ruídos que vinham sendo alimentados nos bastidores sobre a formação da chapa da Frente Popular.
O encontro, descrito por aliados como produtivo e sereno, ajudou a afastar rumores de dificuldades na construção da aliança majoritária. Na conversa, esteve presente a discussão sobre a composição da chapa ao governo, além dos caminhos necessários para a montagem de chapas proporcionais competitivas. Nesse contexto, ganha relevo a possibilidade de Miguel Coelho integrar o projeto, levando para a aliança o peso político da União Progressista, hoje a maior federação partidária do país.
João Campos chega a esse momento respaldado por um cenário amplamente favorável. O prefeito do Recife lidera com folga todas as pesquisas de intenção de voto para o governo estadual, mantendo vantagem consistente sobre a governadora Raquel Lyra, o que reforça a leitura de que o campo socialista entra no período pré-eleitoral em posição confortável.
No campo proporcional, o desenho também começa a ganhar contornos mais definidos. A ex-deputada Marília Arraes tem sinalizado que deve disputar uma vaga na Câmara Federal, enquanto sua irmã, a atual deputada federal Maria Arraes, tende a concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Movimentos que indicam organização e planejamento antecipado dos principais grupos políticos que orbitam a Frente Popular.
charlesnasci@yahoo.com.br
A três meses de deixar a Prefeitura do Recife, com a desincompatibilização necessária para a disputa pelo Governo do Estado, João Campos robustece os passos que vem dando desde que iniciou, de forma mais sistemática, a agenda de articulações pelo interior de Pernambuco. Na última sexta-feira, o socialista se reuniu com Miguel Coelho para alinhar o roteiro político dos próximos meses e reduzir ruídos que vinham sendo alimentados nos bastidores sobre a formação da chapa da Frente Popular.
O encontro, descrito por aliados como produtivo e sereno, ajudou a afastar rumores de dificuldades na construção da aliança majoritária. Na conversa, esteve presente a discussão sobre a composição da chapa ao governo, além dos caminhos necessários para a montagem de chapas proporcionais competitivas. Nesse contexto, ganha relevo a possibilidade de Miguel Coelho integrar o projeto, levando para a aliança o peso político da União Progressista, hoje a maior federação partidária do país.
João Campos chega a esse momento respaldado por um cenário amplamente favorável. O prefeito do Recife lidera com folga todas as pesquisas de intenção de voto para o governo estadual, mantendo vantagem consistente sobre a governadora Raquel Lyra, o que reforça a leitura de que o campo socialista entra no período pré-eleitoral em posição confortável.
No campo proporcional, o desenho também começa a ganhar contornos mais definidos. A ex-deputada Marília Arraes tem sinalizado que deve disputar uma vaga na Câmara Federal, enquanto sua irmã, a atual deputada federal Maria Arraes, tende a concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Movimentos que indicam organização e planejamento antecipado dos principais grupos políticos que orbitam a Frente Popular.






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