charlesnasci@yahoo.com.br
Mais que o apoio do presidente Lula (PT) no Nordeste, o segredo para a reeleição de um gestor está na aprovação de seu governo. Esse elemento foi captado na pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje, e que deixou apreensivos os aliados do ex-prefeito João Campos (PSB). Além de tomar mais uma virada nas intenções de voto para as governadora Raquel Lyra (PSD), que agora lidera com 43% a 37%, o socialista viu a aprovação da adversária saltar dos já impressionantes 62% para 68%.
Para se ter uma ideia, em 2018, dias antes da eleição, o então governador Paulo Câmara (PSB) tinha 42% de aprovação e 50% de desaprovação, segundo o Ibope. O governo era avaliado por 37% como ruim ou péssimo, 33% como regular e apenas 25% de bom ou ótimo. Mesmo assim, Paulo venceu a disputa em primeiro turno, com pouco mais de 50% dos votos contra Armando Monteiro, à época no PTB.
Se mesmo desaprovado, um governante pode vencer em primeiro turno, que dirá Raquel, que tem quase o triplo da aprovação de Câmara. Tais dados geram apreensão no sociólogo e marqueteiro Antônio Lavareda, visto hoje consternado no Aeroporto de Congonhas. Responsável pela estratégia de João Campos na campanha, o intelectual parece não encontrar soluções.
Tal situação remete ao ano 2000, quando, contando com as máquinas da Prefeitura do Recife e do Governo do Estado, Lavareda também não encontrou recursos para consolidar a reeleição de Roberto Magalhães. E viu o então operário João Paulo Lima e Silva (PT) chegar ao Palácio Antônio Farias, sede do poder da capital pernambucana.
Mais que o apoio do presidente Lula (PT) no Nordeste, o segredo para a reeleição de um gestor está na aprovação de seu governo. Esse elemento foi captado na pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje, e que deixou apreensivos os aliados do ex-prefeito João Campos (PSB). Além de tomar mais uma virada nas intenções de voto para as governadora Raquel Lyra (PSD), que agora lidera com 43% a 37%, o socialista viu a aprovação da adversária saltar dos já impressionantes 62% para 68%.
Para se ter uma ideia, em 2018, dias antes da eleição, o então governador Paulo Câmara (PSB) tinha 42% de aprovação e 50% de desaprovação, segundo o Ibope. O governo era avaliado por 37% como ruim ou péssimo, 33% como regular e apenas 25% de bom ou ótimo. Mesmo assim, Paulo venceu a disputa em primeiro turno, com pouco mais de 50% dos votos contra Armando Monteiro, à época no PTB.
Se mesmo desaprovado, um governante pode vencer em primeiro turno, que dirá Raquel, que tem quase o triplo da aprovação de Câmara. Tais dados geram apreensão no sociólogo e marqueteiro Antônio Lavareda, visto hoje consternado no Aeroporto de Congonhas. Responsável pela estratégia de João Campos na campanha, o intelectual parece não encontrar soluções.
Tal situação remete ao ano 2000, quando, contando com as máquinas da Prefeitura do Recife e do Governo do Estado, Lavareda também não encontrou recursos para consolidar a reeleição de Roberto Magalhães. E viu o então operário João Paulo Lima e Silva (PT) chegar ao Palácio Antônio Farias, sede do poder da capital pernambucana.



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